Quem era a mulher grávida que morreu pedindo por cesárea em MG
Morte de gestante e bebê em Patrocínio é investigada Antes de ser mãe, esposa e mulher que sonhava em ser tatuadora, Nayara Oliveira Silva, de 26 anos, era a “princesinha” de Cleusa Oliveira, de 54.
Primeira menina entre os sete filhos, ela cresceu ao lado da mãe em uma família que deixou a colheita de café para construir a vida em São João, distrito de Patrocínio, no Alto Paranaíba.
Nayara morreu na madrugada de quarta-feira (12), na Santa Casa de Misericórdia de Patrocínio, aos oito meses de gestação.
Segundo a mãe, ela passou horas com fortes dores, pediu atendimento várias vezes, inclusive para que fosse feita uma cesárea, e morreu nos braços dela. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp A família questiona o atendimento prestado pelo hospital e afirma que houve negligência.
A Polícia Civil investiga o caso.
Agora, Cleusa relembra a trajetória da filha, a relação entre as duas e os sonhos que Nayara deixou para trás.
“Os 26 anos que eu tive o privilégio de ter ela em matéria, não tem dinheiro que pague”, afirmou a mãe. naiara patrocínio grávida morre santa casa Reprodução/Redes Sociais Em nota, a Santa Casa de Misericórdia de Patrocínio afirmou que realiza uma apuração interna sobre o caso, com a participação das áreas responsáveis, para esclarecer os fatos e as circunstâncias relacionadas ao atendimento.
Já a Prefeitura de Patrocínio informou que, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, acompanha o caso e presta o suporte necessário dentro de suas atribuições.
Os posicionamentos podem ser lidos na íntegra ao fim da reportagem.
O g1 optou por não divulgar os nomes dos profissionais que constam no prontuário, porque o caso ainda segue em investigação pela Polícia Civil sem o indiciamento de qualquer pessoa até a última atualização da reportagem. 'Foi como uma princesa' Nayara quando tinha 1 ano Reprodução/Redes Sociais Cleusa havia chegado ao interior de Minas com o marido, Antônio Ferreira da Silva, e o filho mais velho, Isaias Silva, hoje com 30 anos.
A família trabalhava na colheita de café.
Quando descobriu a gravidez, Cleusa deixou o trabalho na lavoura e passou a cuidar da cozinha.
Ela trabalhou praticamente até o dia do nascimento da filha.
“Eu fui para o hospital já ganhando ela.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.