SLS quer ‘estourar a bolha’ do skate com música, cultura e celebridades
Pedro Dau de Mesquita, diretor de novos negócios da 213 Sports, revela os bastidores da expansão da Street League Skateboarding no país
A Street League Skateboarding (SLS) encontrou no Brasil um público especialmente apaixonado pelo skate, e também uma oportunidade de transformar as competições em experiências que vão além da pista.
Em entrevista à Rolling Stone Brasil , Pedro Dau de Mesquita , diretor de novos negócios da 213 Sports, falou sobre os bastidores da chegada da liga ao país e a estratégia para aproximar o esporte de outros universos culturais.
Segundo Pedro, a SLS tem uma característica que a diferencia de outros eventos de skate: “A Street League tem uma peculiaridade com relação a outros eventos de skate, ele é um evento de entretenimento com skate”. Por isso, a organização trabalha para criar uma experiência que vá além das competições, com música, ativações de marcas e outras atrações.
O público brasileiro também ganhou destaque na trajetória da liga. “O brasileiro é um fã, se você ver as etapas da SLS do Japão, nos Estados Unidos, na Austrália, em Paris, com certeza o mais barulhento é o brasileiro”, afirma.
A SLS também busca alcançar quem não acompanha a modalidade de perto. Para isso, a liga aposta na presença de personalidades de diferentes áreas, estratégia que, segundo Pedro, ajuda a ampliar o alcance do evento.
“Essas personalidades, esses influenciadores e celebridades acabam nos ajudando a estourar essa bolha” , explica. Gustavo Scarpa, Caio Castro, Fred Bruno e Alex Atala são alguns dos nomes citados durante a entrevista.
A conexão também chega a outros territórios, como música, games e arte. Para Pedro, essa amplitude está relacionada ao próprio estilo de vida associado ao skate: “O lifestyle do skate, ele permite muitas coisas”.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em rollingstone.com.br — o conteúdo pertence a Rolling Stone Brasil.