O ‘banho de lama’ eleitoral que deve vir à tona após caso Marcola atingir entorno de Lula
A saída de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, do entorno do presidente Lula e a escolha de Oswaldo Malatesta Neto para assumir a função abrem uma nova etapa no esforço do governo para afastar da campanha o desgaste provocado pelo episódio envolvendo o ex-chefe de gabinete.
No Ponto de Vista , apresentado por Laísa Dall’Agnol, o colunista Robson Bonin, de Radar , avaliou que o novo auxiliar chega com a missão de manter discrição, enquanto a proximidade das eleições deve transformar novos fatos negativos envolvendo os principais candidatos em munição eleitoral (este texto é um resumo do vídeo acima) .
Segundo Bonin, o caso de Marcola tornou-se uma fonte de “dor de cabeça” para Lula pela “mistura de interesses estranhos ao que é a atividade pública”.
Após a saída do auxiliar, o presidente, segundo o colunista, optou por colocar em seu lugar alguém encarregado de conduzir a rotina sem produzir novos problemas.
Lula x Flávio: surpresas e reviravoltas da corrida eleitoral Qual será a missão do novo chefe de gabinete? Na avaliação de Bonin, Malatesta Neto assume com uma orientação bastante objetiva: evitar protagonismo.
“Ele colocou esse novo chefe de gabinete que vem com uma única missão de não aparecer, não criar problema, tocar a agenda, fazer o trabalho que tem que fazer no Planalto”, afirmou o colunista.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.