As regras de Ricardo Couto para transição de governo a Douglas Ruas
O governador interino do Rio de Janeiro , desembargador Ricardo Couto , definiu as regras do processo de transição para a gestão de Douglas Ruas (PL) , eleito no primeiro turno após anulação dos votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos) .
O decreto, publicado nesta quarta-feira, 14, regulamenta a transferência de dados estratégicos para a “continuidade dos serviços públicos essenciais à população na troca de comando no Palácio Guanabara”.
A Comissão de Transição Governamental será presidida pelo secretário de Estado da Casa Civil , Flávio Willeman , acompanhado pelos secretários Rafael Abreu (Planejamento e Gestão), Guilherme Mercês (Fazenda), Pablo Gonçalves (Infraestrutura e Obras Públicas).
Também compõem o grupo o subsecretário-geral da Casa Civil, Sérgio Pimentel , e o procurador-geral do Estado, Bruno Dubeux .
Ruas, por sua vez, poderá indicar cinco pessoas para sua equipe de transição.
A Comissão terá até 30 de outubro para entregar “um diagnóstico detalhado de suas pastas”, que deve “expor a real situação das contas públicas, o balanço de programas em execução, projetos interrompidos e, principalmente, os temas prioritários que vão exigir tomadas de decisão nos primeiros 100 dias do próximo mandato”. + A primeira reunião de Douglas Ruas com Ricardo Couto para alinhar a transição de governo no Rio Continua após a publicidade Em agosto, o governo do Rio anunciou que ultrapassou a marca de 6 mil exonerações em todos os órgãos da administração.
O número representa cerca de 43% do total de mais de 14 mil cargos comissionados existentes em março.
O desligamento gerou uma economia projetada até dezembro de R$ 221 milhões.
Em contrapartida, foram 2.496 nomeações, compostas por “servidores de carreira” selecionados pelo Gabinete de Segurança Institucional ( GSI ) .
Além das mudanças entre os comissionados, Couto mandou auditar contratos da administração estadual, suspendeu repasses e extinguiu a Secretaria Intergeracional de Juventude e Envelhecimento Saudável por irregularidades no Projeto 60+ Reabilita.
Continua após a publicidade O desembargador está no comando do Palácio Guanabara desde 24 de março devido à dupla vacância causada pela renúncia do ex-governador Cláudio Castro (PL) e ausência de um vice.
O terceiro na linha sucessória seria o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) .
No entanto, Rodrigo Bacellar (União Brasil) estava preso.
Sobrou para Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Rio .
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