Corinthians paga R$ 16,4 milhões de RCE, mas dívida aumenta
Inclusão de novos valores fizeram saldo do RCE crescer mesmo após cinco meses de pagamentos realizados pelo clube O Corinthians desembolsou R$ 16,4 milhões nos cinco primeiros meses do Regime Centralizado de Execuções (RCE).
Mesmo assim, o saldo das dívidas incluídas no plano aumentou e chegou a R$ 237,4 milhões, segundo atualização divulgada pelo clube e publicada pelo ge.
Quando iniciou os pagamentos, o Corinthians considerava uma dívida de R$ 224,9 milhões.
Portanto, apesar dos R$ 16,4 milhões já destinados aos credores, o saldo atual está R$ 12,5 milhões acima daquele patamar.
Motivos do aumento da dívida do Corinthians O crescimento acontece principalmente porque os débitos não permanecem congelados durante o período de pagamento.
A atualização pela taxa Selic aumenta os valores enquanto o Corinthians cumpre as parcelas previstas no acordo.
Além disso, o clube precisou acrescentar novos valores relacionados a dois credores que já participavam do RCE.
Dessa forma, os R$ 16,4 milhões pagos nos primeiros cinco meses não foram suficientes para compensar as correções e inclusões.
O aumento também mostra que o Corinthians precisa lidar não apenas com o valor original das dívidas, mas com o custo acumulado enquanto executa um plano que pode durar até dez anos.
Dívida já havia crescido antes da primeira parcela O Corinthians inicialmente estimava em R$ 190,8 milhões o conjunto de dívidas reunidas no RCE.
Entretanto, antes mesmo do pagamento da primeira parcela, a atualização dos valores já havia elevado significativamente esse montante.
Quando chegou o momento de começar os pagamentos, o saldo atualizado estava na casa dos R$ 224 milhões.
Agora, depois de cinco meses de parcelas, alcançou R$ 237,4 milhões.
O cenário ajuda a explicar por que o pagamento de milhões de reais não necessariamente provoca uma redução imediata do saldo total.
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