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IA descobre doenças antes dos médicos? Saiba onde a tecnologia funciona

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IA descobre doenças antes dos médicos? Saiba onde a tecnologia funciona

A inteligência artificial (IA) ajuda a organizar dados e arquivos em hospitais.

Mas também atua na prevenção de doenças.

Entre as frentes da medicina nas quais essa tecnologia funciona, estão: análise de exames de imagem e o cruzamento de dados em prontuários eletrônicos.

O principal benefício é o ganho de tempo.

Identificar alterações invisíveis ao olho humano e antecipar riscos horas antes dos primeiros sintomas, por exemplo, ajuda médicos a agirem de forma preventiva.

Essa agilidade é o fator que pode evitar sequelas e salvar vidas.

A janela ocular e o rastreio de doenças invisíveis A oftalmologia é uma das áreas da medicina onde o uso prático da inteligência artificial está mais avançado .

Em exames de retinografia, que fotografam o fundo do olho, os programas conseguem analisar as imagens em menos de um minuto, sem a necessidade de um médico presente na sala.

Na atenção primária à saúde, a ferramenta funciona como uma triagem automática que separa os exames sem alterações daqueles que apresentam sinais de lesões graves, como a retinopatia diabética.

Em entrevista ao Olhar Digital , a médica oftalmologista Marina Crespo Soares, especialista em retina pela Unicamp, explica que essa automação transforma o modelo de atendimento numa estratégia preventiva.

Ao analisar milhares de fotos de forma rápida e padronizada, o sistema identifica os pacientes de maior risco que precisam de atendimento prioritário.

Essa organização da fila reduz o tempo de espera e evita a perda da visão, sobretudo em regiões com escassez de especialistas.

Workflow recomendado traz IA como parceira do médico oftalmologista, não substituta – Imagem: Olhar Digital via ChatGPT O avanço desse rastreamento digital tem respaldo de entidades médicas e pesquisas científicas feitas mundo afora.

Relatórios da Academia Americana de Oftalmologia , por exemplo, apontam que softwares autorizados pela FDA (a Anvisa dos EUA) identificam a retinopatia diabética com taxas de sensibilidade que variam entre 92% e 96%.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em olhardigital.com.br — o conteúdo pertence a Olhar Digital.

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