Casa com Fla-Flu esconde história de avô que deixou paixão como herança
Antes mesmo de chegar à casa onde o clássico “Fla-Flu” estampa a fachada, no Parati, a história do Fluminense já fazia parte da residência onde Ana Rosa Diniz, de 51 anos, mora com a família.
A dona de casa contou ao Lado B que aluga o imóvel de uma amiga, que atualmente mora no Rio de Janeiro (RJ).
Segundo ela, a proprietária é flamenguista, enquanto o marido, que já morreu, era tricolor.
Ana, no entanto, não soube dar mais detalhes sobre a história do casal.
A reportagem procurou a proprietária da casa, mas ela preferiu não conceder entrevista neste momento.
Por coincidência, hoje também mora no imóvel uma família ligada ao Fluminense por meio do pai de Ana, Wilson Diniz, conhecido como senhor Diniz.“Ele foi Fluminense desde sempre.
A gente é de Corumbá e normalmente lá o pessoal tem essa relação com o Rio por conta da Marinha”, começa explicando.
Das três filhas de Wilson, Ana conta que foi a única que se tornou mais ligada ao futebol.
Mas, curiosamente, o time que escolheu para torcer não foi o mesmo do pai.
“Sou vascaína porque meu vizinho era Vasco.
Tudo lá era do Vasco e eu ia brincar com a filha dele.
Eu achava tudo lindo e falava que queria ser Vasco.” Foi em 2010, com o nascimento do primeiro neto homem, que seu Diniz começou a trabalhar para formar um novo herdeiro tricolor na família.
“O primeiro presente dele foi um uniforme do Fluminense.
Ele tinha meses.
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