Nas 10 cidades onde a abstenção mais caiu entre os turnos, veja como foi a votação para presidente
'É uma vitória de homens e mulheres', diz Lula em discurso na Avenida Paulista A abstenção caiu em diferentes municípios brasileiros entre o primeiro e o segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
Um levantamento feito pelo g1, a partir do cruzamento dos dados municipais da Justiça Eleitoral, identificou as dez cidades que registraram as maiores reduções percentuais na ausência de eleitores.
As maiores quedas ocorreram em Tacuru, em Mato Grosso do Sul, e Narandiba, em São Paulo.
Nas duas cidades, a proporção de eleitores que deixaram de votar diminuiu mais de oito pontos percentuais entre os turnos.
O deputado federal André Janones abraça o presidente Lula, reeleito neste domingo Rafael Peixoto/g1 Em Tacuru, a abstenção passou de 33,41% no primeiro turno para 25,26% no segundo, uma redução de 8,15 pontos percentuais.
Na cidade, Lula (PT) recebeu 3.189 votos no segundo turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) teve 1.939.
Já em Narandiba, a taxa de abstenção caiu de 19,87% para 11,73%, uma diferença de 8,14 pontos percentuais.
No segundo turno, Lula recebeu 1.841 votos, e Flávio Bolsonaro, 1.938.
Mato Grosso do Sul e São Paulo concentram seis dos dez municípios da lista, com três cidades cada.
Os outros quatro estão em Pernambuco, Bahia, Paraná e Minas Gerais.
Veja os resultados nas dez cidades Como foi feito o levantamento O g1 cruzou os registros de comparecimento e abstenção dos dois turnos das eleições de 2026, considerando os 5.571 municípios e registros eleitorais brasileiros presentes nas bases analisadas.
Para cada localidade, foi calculada a diferença entre a taxa de abstenção do primeiro e a do segundo turno.
As dez maiores reduções, em pontos percentuais, foram selecionadas para a análise.
Em seguida, foram consultados os votos recebidos por Lula e Flávio Bolsonaro nessas cidades no segundo turno.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.