A câmera de IA
Ela se chama Caira , foi desenvolvida pela startup britânica Camera Intelligence e tem o lançamento nos EUA prometido para este mês, por US$ 999.
O preço inclui a câmera em si, que “gruda” magneticamente no smartphone (ela é compatível com o iPhone 12 em diante), e uma lente semiprofissional Lumix de 25 mm – a câmera também aceita outras, do padrão Micro Four Thirds.
A Caira tem o próprio sensor de imagem (é um Sony, de 11 megapixels), bem como a própria CPU (Qualcomm Snapdragon com oito núcleos) e um chip de IA, o Google Edge TPU.
Na prática, o iPhone funciona só como uma tela para você mexer no app da câmera – que é a parte mais interessante.
Ela roda o algoritmo de imagem Nano Banana, do Google (o mesmo presente no serviço de IA Gemini). <span class="hidden">–</span> Camera Intelligence/Montagem sobre reprodução Continua após a publicidade Logo após tirar uma foto, você pode pedir à IA que faça alterações nela.
Das mais simples, como melhorar a iluminação e as cores, às mais radicais – mudar o cenário, apagar ou adicionar elementos, ou colocar um sorriso no rosto do fotografado, entre inúmeras outras coisas.
Continua após a publicidade Mas esse poder todo causou uma repercussão ruim.
Por isso, o fabricante decidiu eliminar o prompt do aplicativo da câmera – agora ele só oferece comandos de IA pré-aprovados pela Camera Intelligence [ leia acima ].
Os recursos de IA requerem uma mensalidade, de US$ 7.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em super.abril.com.br — o conteúdo pertence a Superinteressante.