‘Fundo de dividendos’: OranjeBTC (OBTC3) lança primeiro ETF de ‘Bitcoin Treasuries’; veja quando produto chega na B3
A OranjeBTC (B3: OBTC3) , a Companhia Bitcoin do Brasil, anuncia o lançamento do Digital Yield ETF (DIGY11), primeiro ETF listado na B3 dedicado a ações preferenciais internacionais emitidas por companhias do ecossistema bitcoin (BTC) , as chamadas Bitcoin Treasuries Company ou DATs ( Digital Assets Treasuries ).
A carteira inicial será composta por ações preferenciais emitidas da Strategy (a STRC) e pela Strive (SATA) , a primeira e a sétima maiores empresas detentoras de bitcoin do mundo, respectivamente. O fundo terá proteção cambial, liquidez diária e estreia prevista na B3 para o início de setembro.
Estruturado para realizar distribuições mensais em reais, o DIGY11 será gerido pela 3R Investimentos, tendo como índice de referência o MarketVector Bitcoin Treasury Preferred Equity BRL Hedged Index , criado pela MarketVector, empresa do grupo VanEck, que já possui ETFs registrados nos Estados Unidos.
Os rendimentos recebidos dos ativos internacionais da carteira serão convertidos e distribuídos mensalmente em reais aos cotistas, observadas as despesas e demais condições do fundo. Ainda sem data específica, o novo ETF deve chegar na B3 em setembro deste ano.
O DIGY11 não investirá diretamente em Bitcoin nem busca substituir a exposição direta ao ativo. Sua proposta é oferecer uma alternativa de renda para os portfólios, com cobertura patrimonial relevante e acesso à economia digital global.
“A ideia da criação desse ETF veio do mercado, que já demandava por um produto do tipo”, comentou Guilherme Gomes, CEO da OranjeBTC , em entrevista ao Crypto Times . “Essas ações preferenciais levantaram quase US$ 11 bilhões desde o começo do ano, o que mostra um mercado bastante aquecido”.
Gomes explica que o ETF é composto exclusivamente por ações preferenciais (que funcionam como “ bonds perpétuos”, como ele mesmo define) e, por isso, não conta com ações da própria OranjeBTC, que tem apenas papéis ordinários .
Desde os respectivos lançamentos das ações da Strategy e da Strive — e apesar do histórico ainda curto — os instrumentos que compõem a carteira apresentaram volatilidade inferior à do próprio bitcoin .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.