Operação recupera mais de 6 mil celulares roubados ou furtados em 10 dias, diz Ministério da Justiça
Mais de 6 mil celulares roubados ou furtados foram entregues às polícias estaduais desde o início da Operação Última Chamada, ação nacional coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) para combater roubos, furtos e a receptação de aparelhos.
Segundo balanço divulgado pelo ministério nesta quarta-feira (19), 6.052 celulares foram devolvidos por pessoas que estavam com os aparelhos após receberem mensagens de alerta das autoridades.
Desse total, 1.125 já foram restituídos aos proprietários.
A operação mobilizou mais de 4 mil policiais em 23 das 27 unidades da federação.
As ações começaram em 10 de agosto e incluem investigações, fiscalizações em estabelecimentos comerciais, recuperação de aparelhos e prisões.
De acordo com o governo federal, 33.606 mensagens de texto foram enviadas a usuários identificados com aparelhos que possuem registro de roubo ou furto.
Agora no g1 O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, afirmou que, após o recebimento da notificação, a pessoa passa a ter conhecimento da origem ilícita do celular e pode responder por receptação caso não devolva o aparelho.
Banco nacional reúne 3,3 milhões de celulares com restrição As ações da operação utilizam informações do Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR), criado em junho deste ano.
Segundo o Ministério da Justiça, a ferramenta reúne atualmente cerca de 3,3 milhões de registros de celulares roubados ou furtados em todo o país.
O banco também pode ser consultado pela população antes da compra de um aparelho usado, por meio do número de identificação do celular.
Além disso, as forças de segurança poderão utilizar a base de dados durante abordagens policiais para verificar a situação dos aparelhos.
382 celulares foram recuperados por meio da Operação Última Chamada Michele Ferreira/Rede Amazônica Roubo e furto de celulares Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostram que 95 celulares são roubados ou furtados por hora no Brasil.
O problema é mais frequente em capitais e regiões metropolitanas.
Durante a Operação Última Chamada, estados adotaram medidas específicas para localizar aparelhos e identificar suspeitos de receptação.
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