A responsabilidade do governo Lula pela segurança pública, segundo nova pesquisa
Uma pesquisa BTG/Nexus mostra que a segurança pública segue sendo fonte de desgaste para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Entre os entrevistados, 36% afirmam que a segurança na sua vida e de sua família piorou por influência direta da atual administração, 21% registram melhora atribuída às ações da gestão federal.
Outros 29% avaliam que a situação está igual, 8% viram piora sem responsabilidade governamental e 3% sentiram melhora por outros fatores (2% não souberam ou não responderam).
A percepção de que a segurança piorou por culpa do governo atinge seus patamares mais elevados entre evangélicos (42%), na Região Sul (41%), entre eleitores com Ensino Superior (41%), entre trabalhadores formais (41%), entre quem ganha acima de cinco salários mínimos (40%), entre os homens (40%) e eleitores com Ensino Médio (40%) Continua após a publicidade Já a aprovação às ações de segurança do governo teve melhores índices no Norte/Centro-Oeste (29% melhorou x 31% piorou) e no Nordeste (27% x 32%).
O cenário de maior paridade do levantamento foi entre quem estudou até o Ensino Fundamental (27% melhorou por ação do governo contra 28% piorou).
Continua após a publicidade As mulheres registram uma avaliação ligeiramente mais positiva do que os homens, com 24% apontando melhora governamental (contra 33% de piora).
Continua após a publicidade “A segurança pública firma-se como um dos principais vetores de insatisfação popular com a administração federal”, analisa Marcelo Tokarski, CEO da Nexus.
“O fato de 36% da população atribuir diretamente ao governo a piora nas condições de segurança do seu cotidiano revela que o combate à criminalidade é percebido como um ponto de atenção da gestão. ” A Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados entrevistou, por telefone, 2.
003 pessoas entre os dias 11 e 13 de setembro.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.