Como o ChatGPT está se adequando para as Eleições 2026 no Brasil
O início oficial da campanha nas Eleições 2026 é um momento chave para as plataformas de inteligência artificial (IA).
Essa será a primeira vez que ferramentas generativas serão usadas em um pleito majoritário nacional no Brasil.
Para saber como uma das referências desse mercado está lidando com o momento e se preparando para ter mais responsabilidades, o TecMundo conversou com Oliver Jay, vice-presidente de Estratégia e Operações Internacionais da OpenAI.
Segundo Jay, não há "uma solução única para a desinformação relacionada às eleições" .
A estratégia envolve combinar informações confiáveis, neutralidade política, transparência sobre conteúdos e aplicação das políticas já existentes contra usos indevidos desses materiais.
Ele ainda reforçou que a empresa trabalha " em estreita colaboração com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)" para seguir as orientações do órgãos sobre desinformação e materiais que possam ferir a integridade eleitoral.
Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por TecMundo (@tecmundo) As definições do TSE proíbem que um chatbot recomende um candidato , por exemplo, mas liberam certos usos de IA em propagandas de candidatos com base em uma identificação de que o conteúdo foi alterado ou gerado por elas.
"Eleições são momentos decisivos para qualquer democracia.
Os cidadãos precisam de informações confiáveis e atualizadas para compreender candidatos, propostas de políticas públicas e o processo de votação .
O ChatGPT pode ajudar a tornar questões complexas mais acessíveis e conectar as pessoas a fontes relevantes, para que possam tomar decisões informadas", defende.
O vice-presidente também argumenta que esses mecanismos incluem respostas com links para fontes e ferramentas de transparência sobre conteúdos de IA.
É o caso da identificação sobre se um material foi gerado artificialmente , a partir de credenciais C2PA e marcas d’água SynthID .
A aproximação entre Brasil e OpenAI Para além das atividades em período eleitoral, a dona do ChatGPT também aproveitou o momento para ampliar as operações no Brasil.
A empresa abriu aqui o primeiro escritório nas América fora dos Estados Unidos , tendo agora uma representação mais encorpada no país.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tecmundo.com.br — o conteúdo pertence a TecMundo.