Análise: Santos abre mão do brilho, mostra maturidade e garante vaga no Equador
O Santos fez uma partida de controle e segurança , muito mais preocupado em administrar a vantagem construída na Vila Belmiro do que em propor o jogo.
Diante dos efeitos da altitude de cerca de 2.500 metros de Ambato e com uma equipe bastante modificada, o Peixe reduziu os riscos , suportou os momentos de pressão do Macará e confirmou a classificação com o empate sem gols.
AQUI É SANTOS! SEGUIMOS! pic.twitter.com/yssriSXQDg — Santos FC (@SantosFC) August 21, 2026 Fortaleza defensiva A estratégia ficou evidente desde o primeiro tempo.
O Santos evitou forçar a saída curta diante da pressão do adversário e apostou com maior frequência nas bolas longas, buscando principalmente Thaciano e Caballero.
Com isso, o time teve pouca presença ofensiva e criou poucas oportunidades, mas também conseguiu impedir que o Macará acumulasse grandes chances.
Defensivamente, a equipe respondeu bem.
Willian Arão voltou a apresentar segurança improvisado como zagueiro, enquanto Luan Peres e João Ananias ajudaram a proteger Gabriel Brazão.
Quando a defesa foi superada, o goleiro apareceu.
Aos 11 minutos, fez grande defesa em finalização de Campana, na principal oportunidade equatoriana da primeira etapa.
O Santos também precisou se adaptar durante o confronto.
Davizinho sentiu os efeitos da altitude e deixou o campo no intervalo.
João Ananias, que atuou mesmo após apresentar febre, dor de cabeça e vômito, também precisou ser substituído.
As mudanças obrigaram Cuca a reorganizar o sistema defensivo, mas não comprometeram a proposta da equipe .
No segundo tempo, o Macará teve mais posse e tentou aumentar a pressão, enquanto o Peixe recuou e passou a buscar os contra-ataques.
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