Corpo de Bombeiros registra 502 incêndios no 1º semestre de 2026; Macapá e Santana lideram ocorrências
Bombeiros no difícil combate a incêndio em uma loja de peças automotivas no Amapá CBM/Divulgação Foram registradas 502 ocorrências de incêndio no primeiro semestre de 2026 no Amapá.
O número representa uma média de quase três casos por dia no estado, com maior concentração de chamados no mês de janeiro e na capital, Macapá.
Os dados são do relatório estatístico do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp/CAD 3.0), divulgados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Amapá (CBM-AP). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Macapá e Santana concentram chamados Entre janeiro e junho de 2026, a capital amapaense respondeu por mais de 70% de todos os casos de combate a incêndio no estado.
Macapá: 361 registros Santana: 70 registros Oiapoque: 27 registros Laranjal do Jari: 20 registros Porto Grande: 13 registros Vitória do Jari: 5 registros Mazagão: 5 registros Calçoene: 1 registro No recorte mensal do primeiro semestre, janeiro teve o maior número de ocorrências (138), seguido por junho (84), março (73) e maio (73).
Os meses de fevereiro e abril registraram 67 casos cada.
Incêndios residenciais e mudança de classificação Em todo o ano de 2025, o Corpo de Bombeiros Militar do Amapá (CBM-AP) atendeu 1.922 incêndios, o equivalente a 12,95% de todas as 14.843 ocorrências registradas pela corporação no período.
Naquele ano, 218 casos foram classificados especificamente como "Incêndio Em Residência", sendo 66 deles no primeiro semestre.
Nos primeiros seis meses de 2026, os registros de incêndios em habitações somam 30 casos.
O CBM ressalta, no entanto, que o número exige cautela em comparações diretas, pois o novo sistema distribuiu as ocorrências em diferentes subtipos, como: "casa habitada" e "outros".
"Os dados mostram a ocorrência de incêndios residenciais, mas é importante observar que a classificação dos registros de 2026 está distribuída em diferentes subtipos.
Por isso, para comparação histórica rigorosa, precisamos padronizar as categorias", alertou o Major Chucre, do CBM-AP.
Na capital, entre os bairros afetados estão o Buritizal e o Cuba de Asfalto, localizado em uma área de ressaca, próxima ao conjunto habitacional Açucena, onde o fogo atingiu 11 residências.
O Major Chucre, do CBM-AP, explica que a estrutura do local e o aterro dificultaram a entrada das viaturas.
"Lá no Açucena, por ter sido uma área de grande abrangência, foram 11 residências danificadas em uma área de ressaca que as pessoas vão aterrando.
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