sexta-feira, 14 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Brasil

É hora de cobrar de vereadores e prefeitos que incluam ações climáticas nos orçamentos municipais

Folha de Boa Vista ·
É hora de cobrar de vereadores e prefeitos que incluam ações climáticas nos orçamentos municipais

Estiagem em Roraima exige ações políticas de vereadores e prefeitos, que sempre foram omissos (Foto: Divulgação) Se para grandes produtores a falta de chuvas tornou-se um grande problema em Roraima, com anúncio de prejuízos na colheita de grãos, os quais não se desenvolveram o suficiente devido à estiagem no período que deveria ser de fartas chuvas, devido ao fenômeno El Niño, no que diz respeito às queimadas a situação ainda está sob certo controle, mas não por causa de ações das autoridades, que nunca se mostram preparadas antecipadamente.

A verdade é que as chuvas esparsas e esporádicas têm conseguido manter a humidade do lavrado e das florestas, controlando o avanço do fogo especialmente na região Norte, que é mais suscetível devido às grandes áreas de lavrado.

Isso é motivo o suficiente para continuar cobrando a atuação das autoridades, mas não apenas de órgãos ambientais e de defesa civil, prevenção e combate a incêndios, como tradicionalmente ocorre.

Passou da hora de cobrar de vereadores e prefeitos dos municípios do interior para que assumam suas culpas e responsabilidades por tragédias advindas das mudanças climáticas e crimes ambientais.

É necessário que os legisladores municipais, em conjunto com os executivos municipais, planejem os orçamentos dos municípios para estruturar e fortalecer sistemas de prevenção a eventos climáticos extremos, a exemplo de secas severas, queimadas descontroladas do lavrado e incêndios florestais, além de invernos rigorosos.

O mundo chegou a um ponto de mudanças climáticas extremas que se tornou o “novo normal”.

No inverno, as enchentes que isolam regiões com pontes de madeiras destruídas, bueiros rompidos, estradas que viram atoleiros, casas alagadas e outros problemas.

No período de estiagem, como estamos chegando agora, as tragédias são cenas repetidas: seca com problemas no abastecimento de água potável para a população e, também, para rebanhos, além do fogo que destrói ecossistemas, animais silvestres, pastos e propriedades, bem como provoca problemas de saúde às populações.

Se esses grandes problemas são cíclicos, se repetindo a cada inverno e verão roraimenses, por que as autoridades ficam de braços cruzados, sem planejamento e sem decisões políticas para adequar os orçamentos municipais para essas tragédias anunciadas? Ou vereadores e prefeitos se beneficiam de alguma forma disso, por meio de decretação de calamidade e situação de emergência, com recursos federais e estadual que chegam aos montes sem precisar por licitações e prestação de conta como deveria? Não podemos mais aceitar que os políticos tratem essas tragédias apenas como ação da força da natureza, sabendo que as chuvas e as secas têm período certo para acontecer.

Ler a notícia completa no Folha de Boa Vista ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhabv.com.br — o conteúdo pertence a Folha de Boa Vista.

Mais de Folha de Boa Vista

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›