“Desistir é a última palavra”: Celinho revê rota na África
Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por José Marques | Negócios (@josemarques.app) A viagem de volta ao mundo de moto de Celinho ganhou um novo capítulo de desafios no continente africano.
Após sair de Portugal, atravessar o Estreito de Gibraltar e percorrer o Marrocos, ele não conseguiu entrar na Mauritânia e decidiu retornar pelo caminho que havia feito.
A mudança de rota veio acompanhada de outras dificuldades: poucas páginas disponíveis no passaporte, uma tempestade de areia e o bloqueio do celular utilizado para trabalhar e administrar compromissos à distância.
Nos registros dessa etapa, Celinho compartilha tanto as paisagens quanto os imprevistos de uma jornada que exige planejamento, adaptação e disposição para mudar os planos.
“Contratempos existem.
E a gente está na estrada, está sujeito a esse tipo de coisa, a esses riscos”, afirma Celinho.
De Portugal às paisagens do Marrocos A retomada da viagem começou em Portugal, onde Celinho recuperou a moto que havia deixado sob os cuidados de amigos.
Antes de seguir, providenciou a documentação aduaneira do veículo e realizou uma revisão na BMW.
Depois de passar por Lisboa e Faro, seguiu até o ponto de embarque para a travessia de ferry em direção a Tânger, no Marrocos.
A chegada ao país abriu espaço para descobertas, entre prédios, paisagens e placas que ele admitiu ter dificuldade para entender.
O percurso também incluiu Casablanca, onde registrou uma grande mesquita à beira do oceano, e regiões próximas ao deserto, com construções tradicionais, dunas e um passeio de camelo.
Entre os momentos de contemplação, os vídeos mostram a realidade de viajar de moto por áreas isoladas: longos trechos com pouco movimento, areia próxima ao asfalto e a necessidade de atenção constante à estrada.
Barreira no caminho e tempestade de areia Durante a passagem pela região do Saara, uma barreira impediu Celinho de continuar pelo trajeto planejado.
Diante do obstáculo, ele retornou por parte do caminho e optou por seguir pela costa, buscando uma alternativa que considerava mais segura e com maior estrutura.
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