Motociclista que morreu após atropelar pedestre na PB já havia sido condenado por provocar morte da namorada em acidente
Atropelamento na Avenida Juscelino Kubitschek deixa duas vítimas, em Campina Grande O motociclista João Arthur Canuto Alves, de 34 anos, que que morreu neste domingo (13) após atropelar uma mulher e ficar gravemente ferido e um acidente de trânsito em Campina Grande, Agreste da Paraíba, já havia sido condenado por provocar a morte da namorada, Nayara Ellen Dias do Nascimento, de 17 anos, em um acidente de trânsito em 2015.
O homem cumpriu a pena, foi posto em liberdade, voltou a se envolver em um outros dois acidentes anos depois e teve a morte confirmada nesta segunda-feira (14).
João Arthur estava internado em estado grave desde a tarde do sábado (12), quando perdeu o controle de uma motocicleta na Avenida Juscelino Kubitschek, no bairro do Cruzeiro (veja o vídeo acima).
A moto atingiu uma pedestre de 37 anos e, em seguida, um veículo que estava estacionado.
A mulher segue internada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande em estado estável. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp João Arthur Canuto Alves, de 34 anos, foi condenado por provocar morte de namorada em acidente de trânsito Reprodução/TV Paraíba Acusação pela morte da namorada Nayara Ellen tinha 17 anos quando morreu, em 7 de março de 2015.
Ela pilotava uma motocicleta que seguia pelo Centro de Campina Grande quando sofreu um acidente próximo ao Viaduto Elpídio de Almeida.
Inicialmente, o caso foi tratado como um acidente de trânsito.
Segundo as investigações da época, no entanto, João Arthur estava em um carro e teria perseguido a namorada após uma discussão.
A Polícia Civil da Paraíba apontou que ele teria jogado o veículo contra a motocicleta conduzida pela jovem.
De acordo com a investigação, João Arthur e Nayara estavam juntos horas antes do acidente, acompanhados de um casal de amigos, em um bar de Campina Grande.
Após um desentendimento, Nayara teria deixado o local pilotando a motocicleta, e João Arthur teria seguido a jovem de carro.
A Polícia Civil informou que depoimentos e outros elementos reunidos durante a investigação apontaram que João Arthur teria ameaçado a namorada antes de persegui-la.
A delegada responsável pelo caso também afirmou, na época, que áudios divulgados pelo próprio suspeito ajudaram nas investigações.
Em um deles, segundo a polícia, João Arthur dizia que seguia de carro atrás de Nayara e que havia presenciado o acidente.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraíba.