Rafa Silva e Bia Souza destacam união entre atletas como chave para a força do judô feminino
Campeãs olímpicas, Bia Souza e Rafa Silva estarão no Fight Night Modalidade que mais vezes levou o Brasil ao pódio nas Olimpíadas, o judô fará a sua estreia na terceira edição do Spaten Fight Night, no dia 29 de agosto, em São Paulo.
Para a primeira participação da modalidade no evento, o Brasil será representado por Rafaela Silva e Beatriz Souza.
Enquanto a campeã olímpica de 2016 encara a mexicana Prisca Awiti, a dona da medalha de ouro dos Jogos de Paris 2024 mede forças contra a israelense Raz Hershko.
Siga o canal de MMA, boxe e outras lutas do ge no WhatsApp Meregali diz que desistência era pegadinha e confirma luta contra Preguiça Luan Medeiros celebra disputa de título no Brasil e manda recado para adversário Rafa Silva e Bia Souza são duas das atletas brasileiras que subiram no lugar mais alto do pódio em Olimpíadas.
Para conquistarem essa marca e hoje servirem como fonte de inspiração para outros judocas, as lutadoras destacaram a importância que as gerações anteriores tiveram nesse caminho. — A gente teve o privilégio de ver a Kekinha (Ketleyn Quadros) conquistando a primeira medalha em esportes individuais, né? Então ela mostrou para a gente que era possível chegar — disse Rafa Silva.
Bia Souza realiza treino antes do Spaten Fight Night Adriano Albuquerque — Sempre tivemos grandes exemplos, até mesmo antes.
Acho que começou com a Ketleyn chegando com a sua grande medalha.
Aí chegou a Sarinha (Sarah Menezes) com a sua medalha de ouro e só foi evoluindo isso.
A gente teve a Rafaela, a Mayrão (Mayra Aguiar).
Eu sou mega fã da Mayrão, então toda a história de medalhas que ela conquistou foi um grande exemplo para mim, tanto que ela me adotou quando eu entrei na seleção — afirmou Bia Souza.
Rafa Silva realiza treino antes do Spaten Fight Night 3 Vitória Lemos Além do exemplo de determinação e esforço das outras atletas no tatame, Rafa e Bia destacaram que o clima de união criado entre os judocas era fundamental para um bom desempenho da equipe como um todo. — A gente sempre se desafiava, uma ajudava a outra.
Quando uma ia lutar, estava todo mundo lá torcendo porque a gente compete em dias diferentes.
Muitas vezes em competição, a gente não tinha aquela troca de ter alguém torcendo pra gente, porque a gente não tem dinheiro para ir para a Europa toda hora com a família para estar na arquibancada na torcida.
Então muitas vezes são os atletas brasileiros (...) A gente tem muitas coisas em si, mas eu acho que desde quando eu cheguei na seleção, eu senti muita é a união da equipe feminina (...) A gente tinha essa troca porque sabia que na hora da escolha da comissão técnica, a melhor representante do Brasil seria que tivesse melhor no momento — afirmou Rafa Silva.
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