Para mãe de taxista assassinado em 2020, morte do atirador encerra ciclo de dor
Ao tomarem conhecimento da morte de Jean Gabriel Rapini de Souza, 24 anos, as costureiras Izis Barbosa, 70, e Andrea Barbosa, 52 anos, relataram estar aliviadas e com a sensação de que o caso teve desfecho justo.
O rapaz participou do latrocínio que resultou na morte do taxista Luciano Barbosa Franco, em abril de 2020.
Na época, o autor tinha apenas 17 anos.
Jean acabou morrendo ao reagir à abordagem do BPChoque (Batalhão de Choque) na noite de segunda-feira (10), na Avenida Manoel Ferreira, região do Bairro Santo Antônio, em Campo Grande.
Em entrevista ao Campo Grande News, na manhã desta terça-feira (11), Izis e Andrea contaram sobre como foi receber a notícia.
"Eu não sinto tristeza, sinto um alívio.
Era algo previsível.
A gente sabia que esse dia viria.
Eu penso na mãe dele, mas para nós foi como se a justiça pelo Luciano tivesse sido feita.
Encerrou um ciclo", afirmou Izis.
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