segunda-feira, 26 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› MP abre inquérito contra Pavanato por injúria e discriminação› Partido de Flávio Bolsonaro reconhece resultado das eleições› Pró-Flávio, líder da igreja Renascer diz que aceita o 'que Deus determina'› 'Flávio está criando condições para radicalização', diz presidente do PT› Voo da United volta a Las Vegas após ameaça de sequestro› Jovem autista é esfaqueado na cabeça pelo avô ao proteger mãe durante briga› Veja o resultado da Mega-Sena concurso 3075 desta segunda-feira (26)› Reeleito com 71%, Fonteles teria que renunciar como governador para ser ministro› Veja o resultado da Lotofácil concurso 3814 desta segunda-feira (26)› Lula precisa ampliar recursos da saúde e dar transparência à fila do SUS, diz sanitarista› MP abre inquérito contra Pavanato por injúria e discriminação› Partido de Flávio Bolsonaro reconhece resultado das eleições› Pró-Flávio, líder da igreja Renascer diz que aceita o 'que Deus determina'› 'Flávio está criando condições para radicalização', diz presidente do PT› Voo da United volta a Las Vegas após ameaça de sequestro› Jovem autista é esfaqueado na cabeça pelo avô ao proteger mãe durante briga› Veja o resultado da Mega-Sena concurso 3075 desta segunda-feira (26)› Reeleito com 71%, Fonteles teria que renunciar como governador para ser ministro› Veja o resultado da Lotofácil concurso 3814 desta segunda-feira (26)› Lula precisa ampliar recursos da saúde e dar transparência à fila do SUS, diz sanitarista
Brasil

Júri de médico envenenado é anulado a pedido do MPES

A Gazeta (ES) ·
Júri de médico envenenado é anulado a pedido do MPES

O júri popular de Bruna Garcia Barbosa Marinho, acusada de envenenar com arsênio o médico Victor Murad, foi anulado na noite desta segunda-feira (26), após um dia de depoimentos. O juiz Carlos Henrique Rios do Amaral Filho, que presidia a sessão do Tribunal do Júri, considerou que a ré estava sem defesa adequada e determinou a dissolução do Conselho de Sentença.

O pedido foi apresentado pelos representantes do Ministério Público do Espírito Santo (MPES), com o argumento de que houve ausência de uma defesa técnica, o que deixou a ré indefesa, com risco de condenação a uma pena de quase 30 anos.

“Diante do lamentável episódio visto no plenário, fundado em manifestação do MP, da assistência de acusação e por ter perguntado três vezes aos jurados, que informaram não compreender as perguntas o advogado da ré, declaro a ré indefesa e dissolvo o Conselho de Sentença”, declarou o magistrado.

Entre os problemas apontados durante o julgamento estavam perguntas consideradas impertinentes ou de difícil compreensão, questionamentos repetitivos e ofensas pessoais à vítima.

Com a dissolução do Conselho de Sentença, um novo julgamento será marcado, com a escolha de outros jurados. A data ainda não foi definida.

Ler a notícia completa no A Gazeta (ES) ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.agazeta.com.br — o conteúdo pertence a A Gazeta (ES).

Mais de A Gazeta (ES)

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›