O pote de ouro da Vivara (VIVA3), o que fazer com a ação da Vale (VALE3), e o que move os mercados hoje
O ouro sempre exerceu um grande fascínio entre as pessoas.
A cidade mítica de El Dorado , completamente feita do metal precioso, levou colonizadores espanhóis a explorarem toda a América do Sul em busca dessas riquezas.
A lenda surgiu com o povo indígena Muisca, que habitava os Andes em uma região que hoje é a Colômbia , a partir de um ritual.
Quando um novo chefe tribal assumia o poder, era coberto com pó de ouro — o tal El Dorado , ou homem dourado.
Com a queda do Império Inca liderada pelo espanhol Francisco Pizarro, essa história foi aumentada, até envolver um grande reinado, perdido e próspero.
Mas não é preciso ir tão longe para entender a atração por ouro acumulado.
No balanço da Vivara ( VIVA3 ), há mais de R$ 1,5 bilhão em estoque.
Comprado quando a cotação da commodity era metade da atual, esse ouro hoje tem ajudado a companhia a gerar caixa e a suportar a expansão das lojas.
No entanto, a empresa está cada vez mais perto de ter que tomar uma decisão: o que acontece quando ela precisar voltar a comprar o metal no mercado , agora a um valor muito mais alto? Eu conversei com analistas para entender qual o risco para a varejista de joias e como ela pode mitigar esse problema.
Confira nesta matéria aqui.
Vale (VALE3) não negocia no "tudo ou nada" A Vale ( VALE3 ) enfrenta um cenário macroeconômico complicado.
Com a alta do preço do petróleo , a margem de todas as mineradoras está encolhida, comprometendo os ganhos das companhias e o seu desempenho na bolsa de valores .
Por enquanto, a Vale tem conseguido manter a rentabilidade.
Por isso, quando o ambiente for mais favorável para o setor, ela não será a principal beneficiária desse movimento.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.