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Fim da 6x1: Senado faz 3ª sessão de discussão; governistas dizem ter votos para aprovar PEC enquanto oposição tenta adiar

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Fim da 6x1: Senado faz 3ª sessão de discussão; governistas dizem ter votos para aprovar PEC enquanto oposição tenta adiar

Plenário do Senado Federal durante sessão debate do fim da PEC da escala 6x1 - Alcolumbre na cadeira da presidência Carlos Moura/Agência Senado O Senado realizou nesta quinta-feira (8) a terceira sessão de discussão da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalho 6x1.

Agora, senadores devem retornar debates somente na próxima semana.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ainda vai marcar as próximas duas sessões antes da votação do texto em primeiro turno.

Enquanto isso, o governo Lula articula para quebrar prazos e acelerar a votação da medida.

Uma PEC precisa ser votada duas vezes antes de ser considerada aprovada – o que abre margem para que, mesmo com a primeira aprovação, a proposta não siga adiante após as eleições.

O governo quer votar tudo antes do segundo turno da eleição presidencial.

A líder do Governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), está recolhendo assinaturas para pedir calendário especial e votar a proposta antes do segundo turno. 🔎Segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), são necessárias 54 assinaturas para votar um requerimento desse tipo, mas já houve momentos em que pedidos com menos apoios foram aceitos pelo plenário do Senado.

Também segundo o presidente da Casa, nesses momentos não houve reclamações por parte dos senadores.

Agora no g1 Eleição determina estratégias sobre o tema A expectativa é de que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) consiga os apoios necessários na próxima semana.

Governistas dizem já ter os votos necessários para aprovar a PEC, que estabelece dois dias de folga para os trabalhadores por semana sem redução do salário.

Já os apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) tentam adiar a votação.

Na quarta-feira (7), a senadora Tereza Cristina (PP-MS) se reuniu com Alcolumbre para pedir que a votação da PEC fosse realizada somente depois das eleições.

O coordenador da campanha de Flávio à Presidência da República, senador Rogério Marinho (PL-RN), disse que eles não se negam a discutir a jornada de trabalho no Brasil, mas que, neste momento, não é o ideal.

A PEC 6x1 é uma das principais apostas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para virar o jogo na disputa contra o senador Flávio Bolsonaro Reprodução "Não faz bem ao país votar um assunto dessa gravidade, dessa importância e com essa repercussão da maneira que está sendo votado”, disse Rogério Marinho na quarta-feira (7).

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.

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