Como o inventor da dinamite criou o prêmio Nobel após ser "morto por engano"
Nascido em 1833, o químico e inventor sueco Alfred Nobel registrou 355 patentes.
A mais famosa foi a da dinamite, feita em 1867 para tornar mais seguro o uso da nitroglicerina, ótima em mandar coisas pelos ares.
Alfred Nobel, inventor da dinamite, temia que seu nome ficasse ligado à sua criação mortífera Bernardo França Três anos antes, uma explosão em uma das fábricas da família matou seu irmão Emil e quatro funcionários.
Nobel continuou a pesquisar a dinamite, que passou a ser usada em construções e minas.
Mas também em guerras.
Explosão em fábrica da família de Nobel matou irmão e funcionários Bernardo França Em 1888, seu outro irmão, Ludvig, faleceu.
Um jornal confundiu os dois e publicou um obituário de Alfred, que dizia: “o mercador da morte morreu”.
O episódio inspirou Nobel a tentar mudar seu legado.
Obituário de Nobel em jornal, que o confundiu com o irmão morto, o chamava de "mercado da morte" Bernardo França O testamento de Nobel destinou 94% de sua fortuna, 31 milhões de coroas suecas (ou R$ 1,14 bilhão atuais), à criação de um prêmio anual.
A ideia era reconhecer pessoas que trouxessem benefícios à humanidade.
Nobel deixou em seu testamento a criação de um fundo para premiar pessoas de destaque Bernardo França Os primeiros prêmios foram entregues em 1901, cinco anos após a morte de Nobel, nas áreas de Física, Química, Medicina, Literatura e Paz – Economia foi adicionada em 1968.
Ao todo, 990 pessoas já receberam a honraria Fundo do Nobel foi criado no século 20 e já premiou 990 pessoas Bernardo França
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