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5 sinais de que sua cólica precisa mais que um analgésico

G1 ·
5 sinais de que sua cólica precisa mais que um analgésico

Na bolsa, quase sempre há uma cartela.

Na gaveta do trabalho, outra.

A cada mês, a mesma rotina: sentir a dor chegando, tomar o comprimido, esperar fazer efeito e seguir o dia como se nada tivesse acontecido.

Quando o remédio resolve, a história termina ali.

Quando não resolve, muitas mulheres só tomam mais um e aprendem a suportar.

A cólica menstrual é comum: afeta de 50% a 90% das adolescentes, segundo revisão publicada no CMAJ, em 2021.

Na maior parte dos casos, ela é causada por substâncias chamadas prostaglandinas, que fazem o útero se contrair, sem nenhuma doença por trás.

Por isso anti-inflamatórios e contraceptivos hormonais costumam funcionar.

Mas nem sempre.

E, quando a dor persiste mesmo com o tratamento adequado, a pergunta muda: deixa de ser "como aliviar" e passa a ser "de onde ela vem".

Quando o remédio deixa de ser a resposta A mesma revisão recomenda que a dor que continua por mais de três meses, apesar do tratamento de primeira linha bem conduzido, seja investigada por um ginecologista.

O motivo é que, em alguns casos, existe uma causa que o analgésico não alcança.

A endometriose, por exemplo, foi encontrada em até 70% das adolescentes operadas por laparoscopia justamente por causa da dor que não melhorava com anti-inflamatórios e hormônios.

Isso não quer dizer que toda cólica forte seja endometriose.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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