Ghislaine Maxwell perde tentativa de anular condenação ligada a Epstein
Um juiz dos Estados Unidos rejeitou a tentativa de Ghislaine Maxwell de anular sua condenação e sua sentença de 20 anos de prisão por ajudar Jeffrey Epstein a abusar sexualmente de meninas adolescentes.
Em uma decisão tornada pública nesta terça-feira (25), o juiz distrital Paul Engelmayer, de Manhattan, em Nova York, disse que todas as alegações de Maxwell eram “ infundadas “, e que todas ou quase todas eram “frívolas”.
Maxwell, de 64 anos, que se representou no processo, contestou sua condenação por tráfico sexual de menores em dezembro de 2021 e sua sentença em um tribunal federal de Manhattan e pediu um habeas corpus declarando sua punição ilegal.
Não há sinais de violência na morte de recrutador de modelos de Epstein Trump perde recurso em caso de agressão sexual e pagará US$ 5 milhões "Vivo paranoica", brasileira vítima de Epstein relata ameaças após denúncia Os promotores disseram que suas alegações mais recentes não tinham fundamento ou foram apresentadas tarde demais.
Maxwell disse que muitos documentos divulgados no início deste ano por meio da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein mostram que seus direitos ao devido processo legal foram violados porque os advogados que representavam as acusadoras de Epstein atuaram como “promotores de fato e agentes do governo”.
Mas o juiz disse que essas supostas evidências “novas” eram, em grande parte, irrelevantes para o caso dela.
Em 2025, a Suprema Corte rejeitou outro recurso de Maxwell.
Ela estava detida em uma prisão de segurança mínima em Tallahassee, Flórida, mas foi transferida para uma prisão de segurança mínima menos restritiva em Bryan, Texas.
A transferência gerou controvérsia sobre se ela estaria recebendo tratamento preferencial para ajudar o governo.
A defesa nega que Maxwell esteja buscando um indulto.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que precisaria “analisar” conceder perdão a ela.
O governo Trump tem sido alvo de críticas por não divulgar os registros relacionados às suas investigações sobre Epstein e Maxwell.
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