Review: Demon Slayer Castelo Infinito I é um filmaço!
Um dos maiores anúncios de 2026 no mundo do streaming foi a revelação de que o sucesso de bilheteria Demon Slayer Kimetsu no Yaiba Castelo Infinito I chegaria ao catálogo da Crunchyroll .
Depois de arrecadar mais de 730 milhões de dólares nos cinemas, agora é possível ver o filme dublado e legendado no conforto da sua casa como e quando quiser, e foi isso o que eu fiz no último final de semana.
Confira a crítica completa do mais novo filme de Demon Slayer a seguir.
Demon Slayer Castelo Infinito I é de encher os olhos Como já tinha acontecido anteriormente na franquia, novamente temos um filme canônico que funciona como uma espécie de temporada em si mesma, como se você estivesse vendo o anime tradicional por mais de duas horas e meia sem parar.
Foi assim que o estúdio Ufotable resolveu contar a trama do Corpo de Caçadores de Demônios tentando derrotar o Muzan no clímax da saga.
Como mencionei no meu review completo acima, postado no canal Aquele Anime , a direção de Hikaru Kondo e Haruo Sotozaki não deixa a peteca cair em momento algum e entrega um dos maiores espetáculos visuais já vistos em um anime mais do que acostumado a entregar momentos belíssimos.
2025 foi muito gentil com os animes no que diz respeito a cenas de ação com storyboards bem pensados, coreografias bem amarradas, catarse visual e explosão de cores.
Tanto Demon Slayer Kimetsu No Yaiba Castelo Infinito I como Chainsaw Man O Arco da Reze O Filme entregam a melhor ação que a linguagem moderna parece capaz de oferecer.
Mas e a história em si, prestou? Embora ele não tenha uma separação formal explícita, me parece que Demon Slayer Kimetsu No Yaiba Castelo Infinito I é um filme de duas metade distintas.
Na primeira metade, mais focada em ação quase ininterrupta, temos boas lutas bem empolgantes entre Shinobu e Doma, e depois entre Zenitsu e Kaigaku.
Apesar de trazerem consequências sérias, o seu impacto emocional não é tão destacado.
Enquanto isso, boa parte da segunda metade do filme gira ao redor do épico embate entre Tanjiro, Giyu e Akaza, e aqui Demon Slayer retoma algumas de suas convenções mais clássicas, intercalando a ação com um amplo e denso flashback do vilão, o humanizando e fazendo o espectador entender o seu lado.
É uma história bem emocionante e marcante, mas eu sinto que ela hesita um pouco ao escolher o seu principal eixo dramático, e sofre um pouco com isso ao se esticar em demasia, esbarrando em algumas redundâncias.
Não é nada que manche ou atrapalhe demais o filme nem nada assim, mas impede o ritmo de ser perfeito.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em flowgames.gg — o conteúdo pertence a Flow Games.