sexta-feira, 21 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Trump suspende tarifas sobre importação de carne moída para segurar inflação Juros altos que sufocam Casas Bahia atingem concorrência; vestuário respira Gestora Brandes reduz fatia de participação na Embraer para menos de 5% Índice de compras dos EUA e discurso de Trump no radar dos mercados Dólar cai a R$ 5,18 e Bolsa sobe com acomodação de preço de petróleo Petrobras avança em negociação por blocos exploratórios em Gana Hapvida mantém revisão de contratos e diz não ter sido notificada por ANS Guerras e ciberataques fazem europeus guardarem mais dinheiro vivo Bitcoin dispara impulsionado por projeto de lei sobre criptomoedas nos EUA Monte Paschi faz oferta de 34 bilhões de euros por banco BPM e Generali Trump suspende tarifas sobre importação de carne moída para segurar inflação Juros altos que sufocam Casas Bahia atingem concorrência; vestuário respira Gestora Brandes reduz fatia de participação na Embraer para menos de 5% Índice de compras dos EUA e discurso de Trump no radar dos mercados Dólar cai a R$ 5,18 e Bolsa sobe com acomodação de preço de petróleo Petrobras avança em negociação por blocos exploratórios em Gana Hapvida mantém revisão de contratos e diz não ter sido notificada por ANS Guerras e ciberataques fazem europeus guardarem mais dinheiro vivo Bitcoin dispara impulsionado por projeto de lei sobre criptomoedas nos EUA Monte Paschi faz oferta de 34 bilhões de euros por banco BPM e Generali
Últimas

O mito do governo técnico

Veja ·
O mito do governo técnico

Com o início da campanha eleitoral, é muito comum que plataformas políticas se ergam sobre um mesmo axioma: um bom governo é um governo técnico.

Quanto mais especialistas, normas rígidas e ações protegidas da “politicagem”, maior seria a capacidade do Brasil solucionar seus problemas.

Palavras como “gestor”, “técnico” e “profissional” são frequentemente mobilizadas em narrativas que apresentam a política tradicional como sinônimo de atraso, enquanto o “novo” aparece como promessa de superação.

Essa forma de pensar não é nova.

Ao contrário, faz parte de uma longa tradição da história política brasileira.

Boa parte dos diagnósticos sobre o Estado brasileiro parte da ideia de que nossos problemas persistentes, como corrupção, violência e desigualdade, decorrem de heranças históricas.

O patrimonialismo, a formação de um capitalismo marcado por relações pessoais e a permanência de estruturas sociais oriundas da escravidão costumam ser apontados como obstáculos que impedem o país de se modernizar.

Não foram poucas as tentativas, tanto à esquerda quanto à direita, em regimes democráticos e autoritários, de apresentar determinado projeto político como responsável por inaugurar um “novo Brasil”.

Em comum, quase todas recorrem à História para construir um passado que precisa ser superado.

O curioso é que o desconhecimento dessas experiências faz com que nossa gramática política continue repetindo fórmulas muito semelhantes.

No fim, encontramos apenas um museu de grandes novidades.

Um dos exemplos mais emblemáticos encontra-se no Estado Novo (1937-1945).

A historiografia da administração pública mostra que aquele regime autoritário pretendia modernizar o país por meio de um Estado forte, capaz de promover integração nacional e desenvolvimento econômico.

Mas como confiar essa missão a uma máquina pública conhecida justamente pelo clientelismo? Continua após a publicidade A resposta veio na forma da profissionalização da administração pública.

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›