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Base briga por espaço enquanto Flamengo vê 4 crias na seleção após adeus

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Base briga por espaço enquanto Flamengo vê 4 crias na seleção após adeus

Enquanto a base do Flamengo busca maior espaço no elenco profissional, o clube vê quatro crias serem lembrados na primeira convocação da seleção brasileira para o ciclo para a Copa do Mundo 2030.

Carlo Ancelotti chamou o goleiro Hugo Souza e o lateral Matheuzinho, ambos do Corinthians, e o também lateral Wesley, hoje na Roma, da Itália. Eles se juntam a Vinicius Júnior, uma das revelações de maior impacto do Rubro-Negro.

Hugo Souza chegou à Gávea ainda no sub-15, em 2014, e despontou no time profissional seis anos depois, em meio a desfalques na pandemia. Ele rapidamente caiu nas graças da torcida, mas viveu após altos e baixos e se despediu em 2023, rumo ao Chaves, de Portugal.

O goleiro foi anunciado pelo Corinthians em julho de 2024, e é o dono da posição desde então. Foi herói do título paulista do ano passado, ao defender pênalti de Raphael Veiga na final, além de ter sido destaque em outros momentos.

Matheuzinho chegou ao Parque São Jorge meses antes, em fevereiro, em uma pontE-área diretamente do Rubro-Negro, após imbróglio no mercado. O lateral desembarcou na Gávea já para o sub-20, após iniciar no Londrina.

Promovido também em 2020, chegou a ser titular, mas também foi alvo de críticas da torcida e era reserva na ocasião da venda.

Wesley teve uma trajetória parecida. Acertou com o Flamengo para o sub-20, depois de se destacar pelo Atlético Tubarão. Após alcançar o elenco principal, viveu um montanha -russa com a camisa rubro-negra.

O jogador foi vendido à Roma no meio do ano passado, em transação de 25 milhões de euros (R$ 161,4 milhões, na cotação à época) fixos mais cinco milhões de euros (R$ 32,2 milhões) em metas. Ao contrário dos demais, atingiu a seleção vestindo vermelho e preto.

Atualmente, três jogadores da base fazem parte do elenco fixo do profissional, não contabilizando Lucas Paquetá, que retornou após passagem pela Europa: o goleiro Dyogo Alves — sobrevivente do incêndio no Ninho do Urubu —, o zagueiro João Victor e o volante Evertton Araújo.

O técnico Leonardo Jardim já teve trabalhos bem sucedidos com jogadores de base. Ele, por exemplo, lançou Mbappé quando comandava o Monaco. No Flamengo, já apontou querer observar os mais jovens, e o que teve mais chance até aqui foi Evertton Araújo.

Na pausa para a Copa do Mundo, com as ausências dos jogadores convocados às respectivas seleções, levou nomes do sub-20 para o período de treinos em Portugal.

Sabemos aqui o que o futebol profissional hoje tem e o que a base tem. Não tenho a mínima dúvida que o nosso treinador do futebol profissional está super preparado e habituado a saber o que é trabalhar com a base, com os jovens e aquilo que é necessário para os jovens se firmarem. Mais do que estarmos alinhados, o Jardim muitas vezes também ajuda naquilo que é o processo de formação dos atletas de base, isso é fundamental Alfredo Almeida, coordenador da base do Fla

No retorno do calendário, havia uma expectativa boa sobre Wallace Yan e Lorran, mas não correspondidas.

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