A imagem do 11 de setembro que a Nasa captou do espaço há 25 anos
Em 11 de setembro de 2001, enquanto os Estados Unidos eram atingidos pelos ataques terroristas que derrubaram as Torres Gêmeas, destruíram parte do Pentágono e deixaram 2.977 mortos, o astronauta Frank Culbertson estava a cerca de 400 km acima da Terra, na ISS (Estação Espacial Internacional).
Único estadunidense fora do planeta naquele momento, ele conseguiu fotografar e filmar a enorme coluna de fumaça que se erguia sobre Manhattan.
A imagem, divulgada pela Nasa, tornou-se um dos registros mais marcantes do ataque vistos do espaço.
Segundo a agência, Culbertson começou a documentar a região assim que soube dos atentados, enquanto a estação sobrevoava Nova York.
A foto mostra a fumaça se espalhando ao sul da cidade e permite dimensionar, a partir de uma perspectiva única, a extensão da tragédia.
Passados vinte e cinco anos, ela permanece um retrato singular daquele dia.
Vista de Nova York Culbertson estava em uma conversa de rotina com o médico de voo quando ouviu que aquele era um dia muito ruim em terra.
Naquele período, os astronautas da estação ainda não tinham televisão ao vivo nem acesso à internet como conhecemos hoje.
Para entender o que estava acontecendo, consultou um mapa e percebeu que a ISS estava se aproximando da costa nordeste dos EUA.
Ele então correu até uma janela e pegou a câmera que encontrou primeiro.
Pouco depois, conseguiu observar Nova York do espaço.
O astronauta da Nasa e comandante da ISS, Frank Culbertson, registrou as consequências do 11 de setembro do espaço.
Esta foto, tirada em 17 de setembro de 2001, mostra-o segurando suas câmeras em gravidade zero Nasa “A fumaça parecia ter um aspecto estranho na base da coluna que se estendia ao sul da cidade”, descreveu Culbertson, em uma carta escrita nos dias seguintes à tragédia.
“Acredito que estávamos vendo Nova York no momento do colapso da segunda torre, ou logo depois.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistagalileu.globo.com — o conteúdo pertence a Galileu.