Lula se encontra com políticos e presidente uruguaio em Nova York
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se com políticos democratas de destaque nos Estados Unidos, Zohran Mamdani e Bernie Sanders, e com o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi, em Nova York.
Os encontros ocorreram antes do início da 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) nesta terça-feira, 22.
Lula discutiu pautas como defesa da democracia, combate ao extremismo e fortalecimento do multilateralismo.
Lula se encontra com democratas Zohran Mamdani e Bernie Sanders em Nova York antes da 81ª Assembleia Geral da ONU.
As discussões focaram na importância de priorizar a população pobre, defender a democracia e combater a desinformação.
O presidente brasileiro também se reuniu com o presidente uruguaio, Yamandú Orsi, para tratar de integração latino-americana e comércio.
Zohran Mamdani, que se classifica como “socialista democrata”, é o primeiro muçulmano a ocupar o cargo de prefeito de Nova York.
Após o encontro com o presidente brasileiro, ambos conversaram com a imprensa.
Mamdani expressou que Lula é uma “inspiração” e destacou o custo de vida elevado na cidade, onde um em cada quatro nova-iorquinos vive na pobreza, citando a criação de supermercados populares como iniciativa de sua gestão.
Em um contexto de discussões sobre o papel do Brasil no cenário global, Lula tem defendido a soberania nacional e cobrado respeito às eleições brasileiras, especialmente em fóruns internacionais.
A postura é um contraponto a discursos que tentam minar a credibilidade do sistema democrático, e que o presidente pode reforçar em sua fala na ONU, onde Lula defenderá soberania e cobrará respeito às eleições brasileiras .
Como Lula aborda questões globais? O político democrata Zohran Mamdani e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltaram a importância de colocar a população pobre no centro da formulação de políticas públicas.
Além disso, debateram a necessidade de defender a democracia, bem como combater o extremismo político e a desinformação em escala mundial.
Lula criticou o aumento dos investimentos em armas e defesa militar por parte da Europa e do Japão, afirmando que tal direcionamento de recursos não deixa “quase nada” para políticas essenciais como educação e o combate à fome.
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