E quando a IA começar a projetar seus próprios robôs?
Painel do Physical AI and Robotics Summit, organizado pela Economist | Foto: Pierre Schurmann *Por Pierre Schurmann, CEO da Nuvini Passei esta terça-feira em Londres, no primeiro Physical AI and Robotics Summit da Economist .
Fui a convite da Phoebe Wang, nossa Chief AI Officer na Nuvini, que fechou o dia num dos painéis.
Anotei bastante coisa e divido aqui o que acho que vale a pena.
A sensação geral é que o software dos robôs anda mais rápido do que todo o resto.
Quem fabrica falou de modelo.
Quem opera falou de dado, de mão de robô que não aguenta um turno inteiro, de seguro e de margem.
Quem abriu o evento foi Russ Tedrake, que saiu da Toyota Research para fundar a Walden Robotics .
Os robôs dele, humanoides da cintura para cima e com rodas embaixo, já trabalham numa fábrica da Toyota .
Quando o robô trava, um operador remoto assume por alguns segundos e devolve o controle.
É o que a Waymo faz, com cerca de 70 pessoas acompanhando uns 3.000 carros.
Ele disse que a IA resolve uns 98% dos casos sozinha e que ensinar uma tarefa nova leva de 200 a 300 demonstrações, sem uma linha de código.
Grzegorz Ombach, da Airbus , deu a medida que achei mais útil.
Para ele, o robô estará pronto quando aprender uma tarefa em 15 minutos, do jeito que a gente aprende vendo alguém fazer.
Enquanto precisar de milhões de exemplos, vai continuar em aplicação de nicho.
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