“Vassalo de Trump”: Renan acusa Flávio de receber financiamento de grupo dos EUA
Candidato do Missão diz que Rockbridge, fundada por J.D. Vance, teria interesses em terras raras no Brasil
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) voltou a acusar a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) de ter ligação com a Rockbridge Network , grupo conservador dos Estados Unidos cofundado pelo vice-presidente americano J.D. Vance .
Segundo Renan, a relação envolveria interesses empresariais em terras raras no Brasil.
“Imagine o Lula contando com agentes do Partido Comunista Chinês dentro de sua campanha, diretamente ligados a empresas chinesas que exploram e processam terras raras.
Na sexta-feira, 11, o candidato do Missão já havia Flávio de “bandido” e “vassalo do governo Trump” e afirmou ter informações sobre contatos entre integrantes da campanha, empresários brasileiros e membros da Rockbridge.
As acusações foram feitas durante sabatina promovida pelo UOL e pela Folha de S.Paulo.
Renan disse não acreditar que dinheiro estrangeiro tenha sido enviado diretamente à campanha de Flávio, mas afirmou que isso poderia ocorrer por meio de terceiros.
“Eu duvido que haja dinheiro estrangeiro diretamente na campanha do Flávio. Diretamente, ninguém vai fazer isso. Agora, indiretamente, é a coisa mais fácil do mundo” , disse.
Afirmou ainda que pretende apresentar os documentos primeiro à imprensa e defendeu uma apuração por jornalistas brasileiros e estrangeiros.
As acusações levaram o PT a protocolar no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de abertura de inquérito para investigar um possível financiamento estrangeiro da campanha de Flávio.
A representação também deve ser encaminhada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República (PGR).
O partido pede a investigação de possíveis repasses à campanha, a aliados ou a estruturas relacionadas à candidatura. Também solicita medidas como quebras de sigilos bancário, fiscal e telemático, busca e apreensão e cooperação internacional.
A legislação eleitoral brasileira proíbe o recebimento, direto ou indireto, de recursos estrangeiros por partidos e candidatos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.