Calistenia: o que a ciência diz sobre treinar usando o peso do próprio corpo como resistência
Alejandro J.
Almenar Arasanz é professor da área de Fisioterapia na Universidad San Jorge, na Espanha.
O texto a seguir, escrito com Marta Diarte Oliva, foi originalmente publicado no site The Conversation , que reúne artigos escritos por pesquisadores.
Vale a visita.
Barra fixa, flexões, mergulhos, agachamentos e, para os mais avançados, movimentos tão impressionantes quanto o muscle-up , que nos permite passar da posição suspensa para ficar acima de uma barra; la planche , em que nosso corpo permanece na horizontal apoiado apenas nas mãos, com os pés no ar; ou o front lever , que também consiste em manter a posição horizontal, mas suspenso de barriga para cima em uma barra.
A calistenia ganhou enorme popularidade nos últimos anos, especialmente graças às redes sociais e à instalação de equipamentos públicos para treino.
Mas será que a calistenia é realmente eficaz ou estamos simplesmente diante de mais uma nova moda esportiva? Para responder a essa pergunta, convém começar esclarecendo o que entendemos por calistenia.
Você deve fazer exercício se o corpo ainda está dolorido do treino anterior? Nosso corpo também pode ser um peso A calistenia é uma forma de treinamento físico na qual utilizamos principalmente nosso próprio peso corporal como resistência.
Seu nome deriva dos termos gregos kalos (“belo”) e sthenos (“força”) , embora o uso moderno da palavra tenha começado a se difundir no século XIX para se referir a diferentes formas de exercício.
A própria origem do termo já relaciona, portanto, movimento e força.
Continua após a publicidade Hoje, a calistenia inclui exercícios tão conhecidos como agachamentos, passadas, flexões, barras fixas ou fundos.
Não é preciso realizar movimentos acrobáticos para praticá-la.
Uma pessoa que começa fazendo uma flexão contra a parede utiliza o mesmo princípio que outra capaz de realizar uma flexão com apenas uma mão: mover o corpo contra a gravidade.
E esse corpo constitui uma carga real.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em super.abril.com.br — o conteúdo pertence a Superinteressante.