Dólar sobe a R$ 5,15 com sanções dos EUA ao Irã no radar
O dólar à vista ganhou força ante o real com as sanções dos Estados Unidos contra o Irã e seus parceiros econômicos no radar dos mercados.
Além disso, o cenário eleitoral segue entre os temas de atenção dos investidores.
Nesta segunda-feira (24), a divisa encerrou o dia com alta de 0,16%, a R$ 5,1532 , no mercado à vista.
O movimento local foi puxado pelo fortalecimento do dólar global.
Por volta de 17h (horário de Brasília), o DXY , indicador que compara a moeda a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra , caía 0,08%, aos 98.814 pontos.
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O que mexeu com o dólar hoje? O mercado de câmbio operou atento às sanções econômicas dos Estados Unidos ao Irã e a seus parceiros econômicos.
No anúncio das medidas, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos , Scott Bessent , ameaçou cortar países que tenham laços econômicos com Teerã do sistema financeiro do dólar, em coletiva de imprensa para anunciar a operação “ Economic Outcast ” — ou “Pária Econômico”, em português.
A operação, no entanto, não chegou a impor penalidades de fato aos parceiros econômicos do Irã.
Bessent reiterou que o objetivo é isolar o regime persa do que classificou como sua rede de apoio global e colapsar suas opções na guerra do Oriente Médio.
No radar, fica o possível atrito entre EUA e China, uma das principais compradoras do petróleo iraniano.
No cenário doméstico, a nova pesquisa BTG Pactual /Nexus para a eleição presidencial 2026 , divulgada nesta segunda-feira, aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46% e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 45% das intenções de voto em um eventual segundo turno.
Na semana anterior, Lula tinha 47% e o senador, filho de Jair Bolsonaro, 44%.
Com a diferença de Lula para Flávio Bolsonaro em 1 ponto, ante 3 pontos no levantamento anterior, ambos seguem empatados tecnicamente no segundo turno, já que a margem de erro é de 2 pontos porcentuais para cima ou para baixo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.