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Economia

Entenda o caso Master, as acusações e as conversas de Vorcaro com Moraes

G1 Economia ·
Entenda o caso Master, as acusações e as conversas de Vorcaro com Moraes

‘Segunda devo estar fora?’, perguntou Vorcaro a Moraes Uma troca de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro voltou a colocar o caso do Banco Master em evidência.

As conversas indicam que o ministro discutia com o ex-dono do Banco Master a possibilidade de a Polícia Federal (PF) deflagrar uma operação que teria o ex-banqueiro como alvo.

O conteúdo foi revelado pelo jornal o Estado de S.

Paulo.

A TV Globo teve acesso às informações.

Entenda nesta reportagem: Como funcionou o esquema do Banco Master? O que foi revelado sobre a relação de Vorcaro com Alexandre de Moraes? Montagem mostra Daniel Vorcaro, dono do banco Master, e Alexandre de Moraes, ministro do STF Reprodução/Rosinei Coutinho/STF Como funcionou o esquema do Banco Master? Segundo a PF, o coração do esquema era inflar artificialmente o valor do Banco Master para fazer a instituição parecer muito mais rica e sólida do que realmente era.

A investigação aponta que isso permitia atrair bilhões de reais de investidores e realizar operações financeiras mesmo sem garantias reais. ⚖️ Gestão fraudulenta e estelionato: Leis: Artigo 4º da Lei 7.492/86 e Artigo 171 do Código Penal.

Penas de 3 a 12 anos de prisão (Gestão fraudulenta) e 1 a 5 anos de prisão (Estelionato).

Segundo a PF, o banco mantinha uma espécie de “linha de produção” de documentos artificiais.

Funcionários criariam contratos, extratos, planilhas e procurações usados para simular empréstimos e operações financeiras que nunca existiram.

Em diversos casos, pessoas apontadas como clientes afirmaram não reconhecer os empréstimos registrados em seus nomes.

A suspeita é que essas carteiras de crédito falsas eram usadas para registrar patrimônio inexistente dentro do banco.

Segundo os investigadores, o grupo criava uma aparência artificial de riqueza. (entenda no infográfico no fim desta reportagem) Um dos exemplos citados envolve títulos antigos do extinto Banco do Estado de Santa Catarina (Besc).

Segundo a investigação, ativos comprados por cerca de R$ 850 mil chegaram a ser registrados como se valessem mais de R$ 10 bilhões.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.

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