Alexandre Kalil diz que é preciso rever subsídios às grandes empresas para reduzir dívida do estado; candidato foi entrevistado no MG1 de Juiz de Fora
Erica Salazar entrevistou Alexandre Kalil, candidato ao governo de Minas, no MG1 Luiza Sudré Alexandre Kalil, do PDT, candidato ao governo de Minas nas eleições 2026, esteve nos estúdios da TV Integração, em Juiz de Fora, nesta segunda-feira (31).
Ele foi o primeiro entrevistado da série promovida pela emissora, que vai ouvir os 5 candidatos mais bem colocados na pesquisa Quaest.
Em 30 minutos, Kalil falou sobre os principais assuntos de seu plano de governo para Minas Gerais e para a região da Zona da Mata e Campo das Vertentes.
Confira a ordem completa mais abaixo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Dentre os assuntos, Alexandre Kail abordou a situação da dívida pública de Minas Gerais, que será discutida a partir da formação de um gabinete de crise no governo.
“Para tirar Minas Gerais da dívida de 200 bilhões é preciso primeiro rever todos os subsíduos, ou seja, aquelas grandes empresas que deixam de contribuir aos cofres do Estado (...).
Então nós precisamos começar com o gabinete de crise que nós temos que formar, porque nós estamos em profunda crise, estamos há 12 anos sem um grande plano no estado de Minas Gerais”.
Ainda na questão econômica, ele comentou sobre o cenário de privatizações.
“A gente privatiza o que dá prejuízo.
Não sou contra privatização.
Sou contra privatizações que não sabemos como foram feitas, no apagar das luzes".
Especificamente para as cidades da Zona da Mata e Campo das Vertentes, Kalil prometeu a viabilização para a reconstrução da região, duramente impactada pelas chuvas de fevereiro.
“Sou muito contra o governo tomar conta de tudo.
Juiz de Fora está em um mercado estratégico". 🏥 Saúde e situação do HPS Questionado sobre as propostas para a saúde, Alexandre Kalil destacou que pretende descentralizar alguns atendimentos, como pediatria oncológica, em que pacientes precisam se deslocar para Belo Horizonte.
Ele também disse que, se eleito, irá reavaliar a nova regulação de vagas pela Central de Operações para Regulação Estadual (Core).
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