TSE usa clássico de Jorge Aragão para falar sobre democracia nas Eleições 2026
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que a proposta é mostrar a democracia como algo concreto e presente na vida da população.
Foto: Luiz Roberto/TSE O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou uma nova campanha para as Eleições 2026 com uma trilha conhecida dos brasileiros: o clássico “Coisa de Pele”, de Jorge Aragão.
A iniciativa busca aproximar a democracia do cotidiano da população e reforçar o papel do eleitor na escolha dos representantes.
Lançada no dia 17 de agosto, a campanha utiliza o verso “É o povo quem produz o show e assina a direção” como um dos principais conceitos da comunicação.
A mensagem é de que a democracia não é apenas uma estrutura institucional, mas um processo construído pela participação dos cidadãos.
A campanha foi desenvolvida sob as diretrizes do TSE e aposta em elementos da cultura popular brasileira.
O material retrata trabalhadores, estudantes, idosos e moradores de diferentes comunidades para mostrar a diversidade do eleitorado.
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que a proposta é mostrar a democracia como algo concreto e presente na vida da população.
“A ideia central é mostrar para toda a sociedade que a democracia não é apenas um conceito abstrato.
Quando uma pessoa participa, quando se informa, quando respeita as diferenças e, sobretudo, quando exerce livremente o direito de escolher seus representantes, temos a democracia em movimento, viva e concreta” , destacou.
Do samba à urna eletrônica A campanha também busca valorizar a urna eletrônica como símbolo da democracia e como uma tecnologia desenvolvida no Brasil.
Entre os temas abordados estão a liberdade no regime democrático, inclusão e representatividade, além da participação de negros e indígenas no processo eleitoral.
Segundo o TSE, a comunicação também resgata aspectos relacionados à ancestralidade e às lutas históricas contra diferentes formas de opressão, reforçando a ideia de que o poder político tem origem na população.
Um dos filmes da campanha foi gravado no Rio de Janeiro e no Amazonas, com cenas em áreas urbanas e comunidades ribeirinhas e indígenas.
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