segunda-feira, 24 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Como foi o debate da Band: Caiado, Renan e Cury disparam ataques contra Lula e Flávio; veja repercussão FAPESP simplifica submissão de propostas ao PIPE Expedição inédita vai mapear a biodiversidade do topo da Serra do Aracá, no norte do Amazonas Levantamento em 102 cidades revela mais de 40 mil novos vírus Consumo crônico de goma xantana pode causar inflamação intestinal Programa oferece formação gratuita a professores da rede pública Conferência FAPESP 2026: ‘Da pesquisa à vantagem estratégica: quantum computing aplicado aos negócios’ Dia de Campo sobre sistemas de irrigação Eclipse lunar e aventura na Antártica Alibaba lança modelo de vídeo com IA Wan3.0 após venda de ações de US$10 bilhões Como foi o debate da Band: Caiado, Renan e Cury disparam ataques contra Lula e Flávio; veja repercussão FAPESP simplifica submissão de propostas ao PIPE Expedição inédita vai mapear a biodiversidade do topo da Serra do Aracá, no norte do Amazonas Levantamento em 102 cidades revela mais de 40 mil novos vírus Consumo crônico de goma xantana pode causar inflamação intestinal Programa oferece formação gratuita a professores da rede pública Conferência FAPESP 2026: ‘Da pesquisa à vantagem estratégica: quantum computing aplicado aos negócios’ Dia de Campo sobre sistemas de irrigação Eclipse lunar e aventura na Antártica Alibaba lança modelo de vídeo com IA Wan3.0 após venda de ações de US$10 bilhões
Política

Podemos diz ao STF que direção nacional não tem controle sobre emendas e atribui atraso a 'equívoco'

G1 Política ·
Podemos diz ao STF que direção nacional não tem controle sobre emendas e atribui atraso a 'equívoco'

O diretório nacional do Podemos protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (24) uma manifestação oficial afirmando que a cúpula nacional da legenda não possui qualquer tipo de controle, cota ou influência sobre a destinação de emendas parlamentares.

O partido se manifestou no âmbito da ADPF 854, relatada pelo ministro Flávio Dino, que no domingo (23) havia dado um ultimato para que o Podemos e o Solidariedade esclarecessem se seus presidentes controlavam a destinação de verbas públicas, sob pena de uma multa diária de R$ 100 mil.

No documento, assinado pelos advogados da sigla, o Podemos negou a existência de "cotas partidárias" ou centralização de recursos pela presidência do partido.

A defesa argumentou que a prerrogativa de indicar e propor emendas ao Orçamento Geral da União é de natureza "personalíssima" e exclusiva do mandato de cada deputado ou senador.

Agora no g1 "A Presidência Nacional do Podemos não dispõe de cotas, parcelas de recursos, reservas financeiras, limites orçamentários, listas prévias de destinatários ou qualquer outro mecanismo formal ou informal de alocação de emendas parlamentares", destaca o documento.

O partido reforçou que, mesmo nas situações em que o presidente de uma legenda exerça mandato de deputado ou senador, ele detém apenas as emendas individuais impositivas ligadas ao seu próprio cargo eletivo, em igualdade de condições com os demais congressistas, sem que a função diretiva lhe garanta privilégios ou controle sobre as verbas da bancada.

No mesmo documento, o Podemos pediu desculpa ao tribunal pelo atraso no envio das informações.

Segundo os advogados, a intimação ocorreu durante o recesso do Judiciário e, por um "equívoco", a defesa entendeu que o prazo processual ainda não estava correndo porque o aviso de recebimento (AR) não havia sido juntado aos autos.

Com o envio voluntário das explicações antes de novas cobranças, o Podemos solicitou ao ministro Flávio Dino: o reconhecimento do cumprimento integral da ordem judicial; a dispensa da intimação pessoal da Presidente Nacional da agremiação; o afastamento da multa diária de R$ 100 mil que havia sido fixada para o caso de omissão.

A cobrança do STF ocorreu após o ministro Flávio Dino determinar, no domingo (23), que a Câmara e o Senado devem considerar nulas de pleno direito quaisquer indicações de emendas feitas por presidentes de partidos sem mandato parlamentar ou por ex-congressistas.

Dino classificou como "juridicamente inidôneo" qualquer documento, ofício ou planilha que confira poder de indicação orçamentária a dirigentes sem cargos eletivos no Congresso.

Ler a notícia completa no G1 Política ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.

Mais de G1 Política

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›