‘Pix’ a MEIs, anunciado por Lula, funcionaria a partir de 2027 e custaria R$ 5 bi
A proposta de um “ pix ” para microempreendedores individuais ( MEIs ) só vai funcionar de 2027 em diante, de acordo com um ministro da área econômica ouvido pelo JOTA .
A ideia reduz o impacto eleitoral da iniciativa, anunciada a 12 dias do segundo turno das eleições presidenciais.
A ideia foi anunciada em cerimônia no Palácio do Planalto nesta terça (13/10).
Seriam pagos até R$ 5 mil a quem quiser empreender.
Quer receber reportagens do JOTA com mais frequência? Clique aqui e selecione o JOTA como fonte de informação no Google Notícias O fomento direto será não reembolsável: o empreendedor não precisará devolver o valor recebido.
O objetivo é permitir investimentos que ampliem a capacidade produtiva, como a compra de equipamentos para um salão, a melhoria de uma barraca de alimentos ou a aquisição de uma moto para entregas.
De acordo com a campanha à reeleição de Lula , seriam R$ 5 bilhões ao longo do eventual quarto mandato.
Mas a iniciativa ainda será proposta futuramente ao Congresso .
Esse seria apenas um passo futuro da política pública voltada para MEIs e não vai agora ao Congresso.
O que vai para o Parlamento neste momento é a proposta de perdão de dívidas de MEIs com o governo federal — com vigência a partir de 1º de janeiro de 2027.
Será um projeto de lei complementar que prevê o perdão integral das dívidas dos MEIs com a União.
A proposta poderá beneficiar cerca de 3,6 milhões de microempreendedores, com débitos que somam R$ 12,6 bilhões.
O objetivo é eliminar as pendências com a União, retirar as ações judiciais de cobrança e permitir que os empreendedores obtenham certidão negativa de débitos para desenvolver suas atividades.
A avaliação da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) é de que essas dívidas são, em grande medida, irrecuperáveis.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.jota.info — o conteúdo pertence a JOTA.