Academia Paraense de Letras é alvo de invasões e furtos em Belém
Academia Paraense de Letras denuncia ataques criminosos em prédio histórico de Belém Um dos prédios históricos mais importantes do Pará tem sido alvo de invasões e furtos em Belém.
A Academia Paraense de Letras (APL), localizada no bairro da Campina, no centro histórico da capital, afirma que criminosos têm entrado repetidamente no imóvel e causado prejuízos materiais.
A instituição alerta que os ataques também ameaçam parte do patrimônio cultural do estado.
Em uma das invasões mais recentes, portas e janelas foram arrombadas, vidros quebrados e objetos danificados.
Gavetas e armários também foram revirados.
Segundo a academia, os criminosos levaram o sistema de som completo, televisão, aparelho de ar-condicionado, aparador de grama, microfones, botijões de gás, além de copos, bandejas, louças, talheres e outros utensílios.
Na cristaleira onde eram guardadas as louças utilizadas no tradicional chá da tarde dos acadêmicos, poucas peças sobraram.
A tradição acabou interrompida por causa dos furtos.
Fundada em 1900, a Academia Paraense de Letras funciona em um casarão que reúne documentos, obras de arte e objetos ligados à história da literatura paraense.
Entre as peças estão quadros de antigos integrantes da instituição e o retrato do Barão de Guajará, primeira personalidade a presidir a academia. ✅ Clique e siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Gongo centenário também foi danificado Academia Paraense de Letras denuncia ataques criminosos em prédio histórico de Belém Reprodução / TV Liberal No último fim de semana, os invasores chegaram a uma área considerada simbólica pelos integrantes da academia.
No local fica um gongo utilizado há mais de cem anos pelos presidentes da APL no início e no encerramento das sessões.
O objeto foi danificado durante a invasão, mas não foi levado.
Depois, passou por reparos.
O presidente da Academia Paraense de Letras afirma que os casos são recorrentes e que os prejuízos se acumulam.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Pará.