Associação celebra abertura de inquérito do MP contra Ratinho
A Associação do Orgulho LGBTQIAPN+ de São Paulo celebrou a abertura de um inquérito pelo Ministério Público de São Paulo para investigar declarações atribuídas ao apresentador Carlos Roberto Massa, o Ratinho , e consideradas LGBTfóbicas pela entidade.
O procedimento foi determinado pelo MPSP e que a Polícia Civil já instaurou a investigação, que tramita sob sigilo em Osasco.
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Em posicionamento enviado à coluna Fábia Oliveira sobre o avanço do caso, o ativista afirmou que a iniciativa reforça a importância de levar episódios dessa natureza às autoridades competentes.
“Nós procuramos as instituições porque LGBTQIAPN+fobia não pode continuar sendo tratada como brincadeira ou entretenimento.
Existe uma população que sofre diariamente com preconceito, violência e discriminação.
Agora, queremos que os fatos sejam investigados com rigor e que, se houver responsabilidade, sejam aplicadas as medidas previstas em lei.” Agripino afirmou ainda que a entidade continuará acompanhando o andamento da investigação e adotando as medidas jurídicas cabíveis em defesa dos direitos da população LGBTQIAPN+.
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1 de 5 Ratinho Reprodução/Redes sociais 2 de 5 Ratinho.
Reprodução/redes sociais.
3 de 5 Ratinho SBT/Reprodução 4 de 5 Ratinho é apresentador do SBT SBT/Reprodução 5 de 5 Ele foi criticado por uma fala homofóbica no programa de ontem Reprodução Entenda o caso A representação contra Ratinho foi protocolada no Ministério Público em 7 de agosto pela Associação do Orgulho LGBTQIAPN+ de São Paulo.
Posteriormente, o MPSP informou à entidade que a manifestação havia sido encaminhada à área criminal da Promotoria de Justiça de Osasco para apuração.
O caso teve origem em uma declaração feita pelo apresentador durante o Programa do Ratinho, do SBT, em 5 de agosto.
Na ocasião, ao comentar o cabelo platinado do cantor sertanejo Tiago Piquilo, Ratinho utilizou uma expressão considerada homofóbica pela associação.
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