Advogado na era da IA: tecnologia não substitui o fator humano
Foto: Canva *Artigo escrito por Danielle Silva é advogada trabalhista especializada em antecipação de créditos judiciais e CEO da Agile Intermediação Todo 11 de agosto convida a advocacia a olhar para a própria história e a sociedade a olhar para a advocacia.
Neste ano, porém, a data também nos obriga a olhar para o futuro.
A inteligência artificial já redige, resume, pesquisa e organiza informações, transformando a rotina de escritórios, tribunais e clientes.
Ao mesmo tempo, novas formas de fraude exploram justamente aquilo que sustenta a relação entre advogado e cliente: a confiança.
O “golpe do falso advogado” é um retrato desse novo tempo.
Criminosos utilizam nomes, imagens, informações de processos e até a voz para se passar por profissionais e induzir cidadãos a transferências financeiras.
Diante disso, a OAB tem promovido campanhas de orientação e ferramentas de verificação da identidade profissional.
A tecnologia é transformadora e a advocacia já discute seu uso ético, seus limites e possibilidades.
O Judiciário também avança em diretrizes envolvendo transparência, proteção de direitos fundamentais e supervisão humana.
A mensagem é clara: inovar não significa abdicar da responsabilidade humana.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhavitoria.com.br — o conteúdo pertence a Folha Vitória.