Eleições em SP: o que cabe ao governo do estado no Meio Ambiente
Eleições 2026: o que o novo governador deve fazer para reduzir os impactos das mudanças climáticas As mudanças climáticas deixaram de ser uma preocupação distante.
Elas aparecem na conta do supermercado, nas enchentes que invadem bairros e nas ondas de calor cada vez mais frequentes.
A chegada do El Niño, fenômeno que altera os padrões de chuva e temperatura em diversas regiões do planeta, reforça esse cenário e amplia os desafios para governos e cidades.
Os efeitos já são percebidos no dia a dia dos paulistas.
Os dados meteorológicos mostram que os eventos de calor extremo vêm se tornando mais frequentes.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), 2023 foi o ano mais quente da história do Brasil desde o início da série histórica, em 1961.
Em 2025, São Paulo bateu outro recorde ao registrar 27 dias consecutivos com máximas acima de 30°C, a maior sequência já observada.
Panorama na região do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo, em meio à névoa seca provocada pela poluição do ar Felipe Rau/Estadão Condeúdo Pesquisadores da USP apontam que o aquecimento na capital paulista tem ocorrido em ritmo superior à média global.
Enquanto a temperatura média do planeta subiu cerca de 1,2°C desde 1900, a cidade de São Paulo registrou aumento de 2,4°C nas temperaturas máximas.
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