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Se muitas casas estão de pé até hoje, foi graças ao cimento da dona Eliza

Campo Grande News ·
Se muitas casas estão de pé até hoje, foi graças ao cimento da dona Eliza

Elisa Goya Kohatsu nunca foi de ficar parada.

Aos 68 anos, continua procurando o que fazer.

É comum encontrá-la cedo na loja de materiais de construção que abriu há mais de quatro décadas.

Está no atendimento, acompanha vendas, pensa nas entregas, negocia preço, conversa com funcionários e observa o movimento.

Quase sempre de salto alto.

Às vezes, um scarpin azul-celeste.

O detalhe parece pequeno, mas combina com a personagem.

Neste aniversário de 127 anos de Campo Grande, Elisa está nesta série de reportagens especiais porque sua história também é a de alguém que ajudou a “erguer” a cidade.

Nascida aqui, acompanhou seu crescimento e transformou em negócio uma necessidade que encontrou pelo caminho.

Enquanto Campo Grande crescia, sacos de cimento e outros materiais que saíam da loja de Elisa ajudavam a levantar casas, reformas e prédios pela cidade.

Mas antes do salto alto e do balcão da loja de materiais de construção, vieram os pés na rua.

Elisa começou a trabalhar aos 8 anos, vendendo verduras produzidas pela família.

Era pequena a ponto de ainda ter dificuldade para receber corretamente dos clientes.

“Com 8 anos eu comecei a vender verdura.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.

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