Fim do deepfake? TSE começa a julgar proibição em campanhas
O uso de deepfakes pelas campanhas, um dos temas centrais da eleição deste ano, deve ser definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite desta terça-feira, 1.Deepfake é uma tecnologia de inteligência artificial (IA) usada para criar ou alterar vídeos, áudios e imagens de maneira realista.A tendência, segundo ministros do TSE, é que a Corte mantenha o veto ao uso de vídeos gerados por IA quando o conteúdo apresentar alto grau de realismo, seja na criação de pessoas reais, fictícias ou mortas.
As informações são do g1.A punição para o candidato ou campanha que usar a ferramenta também deve ser discutida pelos ministros.
A indicação é de que, além da remoção do vídeo, deve ser aplicada uma multa pelo descumprimento das regras.
Já as sanções mais graves, como cassação do registro, só devem ser aplicadas nos casos em que ficarem demonstradas a gravidade da conduta, a reincidência e o impacto na disputa.
Além disso, deve ficar expresso que o conteúdo produzido com IA não será permitido apenas por conter rótulo identificando que a peça utilizou a tecnologia.Se o plenário confirmar esse entendimento, memes, caricaturas, montagens satíricas, animações e outras representações que não busquem reproduzir a realidade de forma convincente tendem a receber tratamento distinto.O objetivo é evitar que a vedação alcance manifestações claramente identificáveis como ficção ou humor, concentrando a proibição em conteúdos capazes de induzir o eleitor a erro.
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No entanto, algumas campanhas passaram a defender que a regra permitia a chamada “deepfake do bem”, que é feita a favor do candidato, por exemplo.Entretanto, ministros do TSE afirmam que a liberação do “deepfake do bem”, além de não ser garantia de que o eleitor não será enganado, pode provocar uma enxurrada de ações na Justiça Eleitoral.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.