Menos de 1% das urnas eletrônicas falha; como funciona o plano de contingência da Justiça Eleitoral para manter votação
Dados da Justiça Eleitoral aponta, que menos de 1% das urnas eletrônicas apresentam problema durante a votação.
Mas, caso o problema ocorra, um plano com protocolos rígidos de segurança e de contingência já está estruturado para blindar os dados e manter a seção eleitoral em funcionamento.
Primeiro, os votos da urna com problemas não serão perdidos.
Cada voto registrado é gravado simultaneamente em duas mídias criptografadas distintas, uma interna e outra externa, formando um sistema automático.
Caso ocorra uma pane exata no momento da votação, a regra é simples: se o botão “Confirma” não tiver sido acionado para o último cargo da sequência, o voto não é computado.
Assim que o sistema for restabelecido, o eleitor retoma a votação daquele cargo específico do zero, evitando registros parciais ou duplicados.
Ao identificar um problema, o presidente da mesa aciona o protocolo básico de reinicialização com códigos específicos, sob a auditoria dos fiscais de partidos.
Na maioria dos cenários, esse “reset” rápido soluciona o travamento.
Se a falha persistir, a equipe técnica avalia o cartão de memória externo.
Se o componente estiver danificado, um substituto de reserva é instalado imediatamente, protegido por chaves digitais que preservam integralmente os votos já depositados.
Substituição de aparelhos e plano de socorro em papel Na hipótese de uma pane física definitiva no equipamento, entra em operação a urna de contingência aparelho reserva.
O cartão de dados original é transferido para o novo dispositivo.
Ao iniciar, a máquina emite um relatório de zeragem para novos eleitores, enquanto importa e valida instantaneamente o histórico acumulado.
O hardware recebe um novo lacre físico numerado e o fluxo de eleitores é normalizado.
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