Barriga de aluguel desiste de aborto e disputa guarda de bebê
Uma mulher que atuou como barriga de aluguel está lutando judicialmente para conseguir a guarda do bebê, nos Estados Unidos.
McKenna West teria optado por prosseguir com a gravidez, mesmo após o casal, Nausheen Gilkar e Omar Ahmed, pedir para que ela interrompesse.O pedido ocorreu após um exame identificar uma síndrome da hipoplasia do ventrículo esquerdo, grave cardiopatia congênita no feto, pois havia uma cláusula no contrato que previa a possibilidade de aborto em caso de anomalias fetais.Ela chegou a marcar o procedimento, mas desistiu e decidiu levar a gestação adiante e passou a pesquisar hospitais especializados na condição cardíaca do bebê, que nasceu, passou por uma cirurgia cardíaca complexa e segue em estado crítico.Após o nascimento, Nausheen e Omar decidiram autorizar a cirurgia e, de acordo com o TMZ, consultaram médicos do Children’s Health antes de optar pelo procedimento.
Eles receberam uma ordem judicial que lhes concedeu autoridade sobre decisões relacionadas à saúde do recém-nascido e restringiu a interferência de McKenna nos cuidados médicos.
Leia Também: MISTICISMO X IA Videntes cegos da Coreia do Sul perdem trabalho para a IA POUPANÇA Reserva financeira dos brasileiros não dura 6 meses; entenda TENDÊNCIAS Fetiche por sexo no carro? Entenda o 'dogging' e os riscos da prática Disputa pela guardaUm juiz concedeu Nausheen e Omar a custódia temporária após eles pedirem à Justiça que os nomeasse responsáveis legais.
Além da disputa pela guarda, eles processaram McKenna e pediram US$ 250 mil, cerca de R$ 1,2 milhão, além de outras indenizações.No entanto, a barriga de aluguel se opôs ao pedido e solicitou uma ordem que impeça o casal de tentar tomar posse ou interferir de qualquer forma na relação dela com a criança ou nos cuidados com o bebê.Até o momento, a Justiça do Texas não decidiu sobre o novo pedido da mulher.
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