Anthropic proíbe comportamento ‘cruel e sem sentido’ contra sua IA Claude
A Anthropic anunciou na última quinta-feira, 8, que proibirá os usuários de seu principal chatbot de Inteligência Artificial (IA), o Claude, de tratá-lo com comportamentos “cruéis e sem sentido”.
A IA já pode encerrar conversas com usuários que a tratam com “abuso persistente”, mas a mudança recente inclui o fato e a proibição de comportamentos agressivos com a IA na política de uso da Anthropic.
Na atualização da política, a empresa explicou que a proibição vale apenas para “abuso contínuo e sem sentido ou comportamento cruel” direcionado aos modelos, e que reações comuns de usuários como frustração, reações negativas, temas criativos pesados, testes de modelos e fins de pesquisa não serão afetados pela política.
A evolução dos modelos de IA tem gerado debates no mercado de tecnologia sobre a possibilidade de modelos e agentes de IA carregarem algum tipo de consciência, fator que poderia abrir brechas para legislações e medidas voltadas à “proteção” desses robôs.
Dario Amodei, CEO da Anthropic, já afirmou em fevereiro de 2026 que não tinha certeza se as IAs poderiam ser conscientes, porque “não há uma forma efetiva de medir a consciência”.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.