Ofensiva de Trump contra vacinas contradiz evidências científicas, diz OMS
O presidente dos EUA, Donald Trump, exibe uma ordem executiva assinada sobre flexibilidade em relação a vacinas, enquanto o Dr.
Jay Bhattacharya, diretor do National Institutes of Health (NIH), permanece atrás dele, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, D.C., EUA, 10 de agosto de 2026.
REUTERS/Kylie Cooper A Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu nesta quarta-feira (12) que a tentativa do presidente americano Donald Trump de reformar a política de vacinação infantil nos Estados Unidos vai contra "décadas de evidência científica".
Trump assinou na segunda-feira (10) um decreto no qual pede para espaçar a aplicação em crianças.
Ao apresentar o texto, o magnata americano mencionou várias vezes um suposto vínculo entre as imunizações e o autismo, apesar da falta de evidência científica a esse respeito.
Seu secretário de Saúde, Robert F.
Kennedy Jr., conhecido por sua oposição às vacinas, vem defendendo há anos uma teoria desacreditada que relaciona a vacina contra a rubéola ao autismo.
LEIA TAMBÉM: Sem base científica, Trump cita autismo e ‘risco de morte’ ao reduzir vacinação infantil; veja o que dizem especialistas Agora no g1 No entanto, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, insistiu que "a ciência é inequívoca".
As vacinas "são seguras e não causam autismo", afirmou em uma mensagem publicada na rede social X.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.